Uma carta aberta aos Padres Católicos, para ser lida pelos padres e Bispos copiados aqui nas redes sociais e especialmente no espaço Vakitheeee, havendo.
Desculpem! Senhores Padres e Bispos Católicos, mas afinal de que lado estão vocês relativamente te à cena política nacional?
Será mera ou pura coincidência que todas as vossas intervenções sejam mais favoráveis a quem agride o Estado do que a quem tem a responsabilidade de o defender do agressor e proteger também os cidadãos?
E elas, as posições que tomam, serão genuínas Vossas ou resultam de uma instrução da liderança máxima da Vossa Igreja, lá do Vaticano, onde hoje se fala de grandes escândalos de corrupção?
Não são vocês afinal? Aqueles implacáveis rigorosos com as REGRAS da Vossa Igreja? Aqueles que nos sugerem aqueles espectáculos por exemplo em casamentos, em que o A não pode apadrinhar um casamento, mesmo sendo comprovadamente crente em outra igreja, apenas por não ser católico? Não são Vocês que negam o batismo ou casamento a quem não tenha passado por sessões de catequese? Etc etc etc, e não são essas Vossas regras? Porquê as cumprimos? Será porque gostamos? Certamente não. Aceitamo-las porque Vossa Igreja é uma instituição com regras próprias e quem não se compaginar com elas deve ficar de fora e não se esforçar para vos fazer mudarem.
É essa a expectativa que eu tenho de Vós e por favor não me frustrem e respeitem, no mínimo, o Estado Moçambicano como uma instituição que tem Regras próprias, aquelas em relação às quais não há Vaticano que as demova, sendo a principal delas, a Constituição da República que, de entre outras coisas, não acomoda Partidos Políticos armados nem rondas de conversas de imposição de diálogos que encarapuçam a ja visível intenção de partilhar o poder com quem o conquistou nas urnas, a 15 de Outubro de 2015.
Para terminar, essas posições que tomam a assumem publicamente, serão, antes, objecto de discussão e conclusões lá nas vossas paróquias? Pergunto isto porque conheço e convivo com muitos crentes dessa igreja do colono que vocês dirigem e que não se revêem em tais posições. Uma maior democraticidade interna sobre este assunto, demonstraria por A e mais B o quão ilegítimas e impopulares são as posições que os Senhores Padres e Bispos tem tomado, relativamente a cena política nacional.
Serão menos eclesiásticos que vocês, ou, como diriam os mais novos, "matrecos", os muçulmanos e outros líderes das várias igrejas protestantes que relativamente a este assunto ocupam-se de orar pela paz e encorajam os lideres políticos a encontrarem soluções para as diferenças prevalecentes sem nunca se emocionarem a ponto de dizerem coisas que lhes façam parecer assessores de uma das partes?
Há igrejas melhores que outras em Moçambique?
Somos todos religiosos e não nos devemos nunca esquecer de que, antes disso, somos cidadãos de um Estado e por conseguinte com deveres de patriotismo e honestidade intelectual com este ESTADO, conquistado a custa de sangue e vida de muitos moçambicanos, respeitando-lhe e de forma incondicional a respectiva CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, BIBLIA DO ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO que somos.
Amen.

1 comentário:
Aplausos ilustre Filimao Suaze pela sabia observacao o paiz precisa de ser tirado das xamas porque ao fim das contas dessas todas manobras kem sofre somos no's o dito patrao
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