domingo, 30 de julho de 2017

OS FACTOS IMPORTANTES QUE OS MOÇAMBICANOS DESCONHEÇEM DA VERDADEIRA HISTÓRIA DA FRELIMO

Zeca_caliate4 28/10/2015

ZECA CALIATE - VOZ DA VERDADE (25)


Eu Zeca Caliate, conheço melhor que ninguém a verdadeira história da Frente de Libertação de Moçambique, Frelimo, tão bem como a palma das minhas mãos e por isso, irei continuar a divulgar a realidade vivida e o percurso daquele Partido Frelimo, desde o princípio da luta armada pela Independência Nacional, que teve início no dia 25 de Setembro de 1964 nas quatro Províncias de Cabo Delgado, Niassa, Zambézia e Tete, até ao ano de 1967. Parecia que tudo  decorria normalmente, quando de repente, verificàmos uma inesperada e súbita tenção que alterou o bom funcionamento do quotidiano, situação essa criada pela Teia dos Renegados, que se haviam infiltrado no seio da organização que lutava pela Independência, sem que ninguém se apercebesse.
Como resultado, o pior aconteceu quando o Presidente da Frente de Libertação de Moçambique,  Dr. Eduardo Mondlane, se deixou manipular por essa Teia de Deuses conterrâneos,  naturais da Província de Gaza, autorizando-os a atuar livremente dentro da organização. Mais tarde, o grupo viria a transformar-se num bando de assassinos que desgraçaram  vidas de muitos compatriotas.  Esse grupo altamente perigoso,  tinha duas ramificações, uma com ligações no exterior ou seja com o mundo marxista-leninista,  outra tinha ligações fortes com alguns comandantes no interior do País, que pertenciam à facção de Samora Moisés Machel. Este ultimo grupo, com autorização do próprio Presidente Dr. Eduardo Mondlane, conjurava e preparava a supressão do comandante supremo Filipe Samuel Magaia, chefe dos Departamentos de Defesa e de Segurança (D.S.D.), por quem não depositavam confiança,  nem nos seus quadros mais chegados. A intenção era assassinálos, causar o pânico no seio da organização para depois tomar o controlo, após liquidarem os membros principais e Fundadores do Partido Frelimo. Aniquilaram o antigo Comité Central (CC) e por fim, executaram com sucesso o Dr. Eduardo Mondlane.  Ficou assim  decidido o que viria a ser um futuro incerto para os Moçambicanos até aos dias de hoje.
A partir de 1969 para diante, Samora Moisés Machel e a sua seita, receberam muito apoio material e moral do Governo Tanzâniano, liderado por Júlios Kambraji Nyerere Presidente de Tanganiyka, pois o golpe final, havia sido consumado dentro da Frelimo. Será que os Moçambicanos se deram  bem conta de isso??? Foi assim que os ventos de Liberdade, mudaram de uma vez por todas até a Independência!!! O que eles vos contam, não é verdade, apenas querem cobrir o mal que fizeram ao longo da história. Por isso, aqui publico uma lista nominal dos principais autores de muitos assassinatos cometidos no seio da chamada Frente de Libertação/Liquidação de Moçambique, que são os seguintes:
1-    Em 1969, Samora Moisés Machel, proclamou-se Unilateralmente Presidente da Frente de Libertação de Moçambique, após ter assassinado o seu chefe Filipe Samuel Magaia, com consentimento do próprio Presidente da Frelimo Dr. Eduardo Mondlane, que mais tarde viria a ser também vítima de assassinato sem que ninguém assumisse culpas, para se salvaguardarem e culparem a PIDE/DGS Portuguesa. Não é verdade, é tudo falso, foram eles mesmos os  autores das mortes de Magaia, Modlane, Simango, Nungu etc.
Os criminosos tiveram a colaboração de alguns governantes Tanzânianos que invejavam os Moçambicanos, por terem uma liderança de pessoas cultas e não tenham dúvidas de que alguns mafiosos daquele País colaboraram na morte de muitos dirigentes da Frelimo, em troca de coisas muito misteriosas. Receavam a cúpula composta por intelectuais Moçambicanos que, se chegassem a obter a Independência de Moçambique, não seria fácil a sua manipulação. Por isso, o melhor era colocar na cadeira do Poder, um Moçambicano pouco esperto, mas altamente ambicioso para fácil manipulação. Foi assim que encontraram em Samora Machel o Líder ideal e o  puseram á frente do Partido. Por essa razão, o governo Tanzâniano, após a morte de Filipe Samuel Magaia e do Presidente Eduardo Mondlane nunca aceitou  a abertura do Dossier da verdade, sobre a morte destes dois Moçambicanos, por estarem  interligados.  Uria Timóteo Simango, vice-presidente e Silvério Nungu administrador da Frelimo, os dois, como descobriram este segredo, foram de imediato caçados e assassinados com ajuda do próprio Governo  Tanzâniano.
2-     Marcelino dos Santos, como também sabia do segredo que resultou na morte de Magaia, Mondlane, Silvério Nungu e mais tarde Simango, foi de imediato empossado por Samora Machel a exercer a função de Vice-Presidente da Frelimo, como recompensa por ter ajudado a expulsar da organização o antigo Vice-Presidente e também  fundador da Frente de Libertação de Moçambique, Uria Timóteo Simango. Este, mais tarde foi recapturado e assassinado em Metelela, juntamente com a sua mulher, D.Celina Simango. (Marcelino dos Santos nunca conheceu a guerra)
3-    Joaquim Alberto Chissano, pertencia ao mesma clã de Samora Machel, ele foi Senhor da situação dentro da Frelimo, manteve laços de fidelidade com Samora Machel e firme no seu lugar de Chefe da Segurança de toda Frelimo, sabendo em que circunstâncias  morreu Filipe Samuel Magaia, Dr. Eduardo Mondlane e outros assassinatos  que se seguiram depois. Homem perigoso que sabia  fazer amizades com seus inimigos para depois os caçar facilmente. (Nunca conheceu a guerra)
4-    Mariano Araújo Matsinhe, esse também foi um dos fiéis do mesmo clã da mafia Machelista, foi e é um dos temidos Seguranças e sabe quem foram os autores que planearam a morte de Filipe Magaia e naturalmente  também de Eduardo Mondlane. Foi representante da Frelimo na Republica da Zâmbia, substituindo Francisco Cúfa, que tinha sido o primeiro Delegado naquele País e que desapareceu sem ter deixado rasto. ( Nunca conheceu a guerra)
5-    Armando Emílio Guebuza, é da mesma família mafiosa pertencente ao  clã do Padrinho Samora Machel, ele conheceu  melhor a situação vivida no seio da Frelimo mais que ninguém, sabendo quem provocou a morte do Presidente da Frelimo Dr. Eduardo Mondlane . Porquê !!??, porque esteve sempre ligado a ele e viveu sempre nos bastidores em Dar-salaam,  na boa vida, mesmo após a morte de Mondlane, continuou corrupto e a corromper os outros chegados a ele naquela cidade do Professor Júlios Kambraji Nyerere. (Nunca conheceu a guerra).
6-    Raimundo Pachinuapa, o Makonde, tudo fez para desmoronar a vida do velho histórico Lázaro Kavandame rei dos Makondes, teve a colaboração estreita de Alberto Chipande e de Samora Machel, conseguiram expulsar o velho de dentro da Frelimo, para depois o recapturar e assassiná-lo a sangue frio mais tarde.
7-    Armando Panguene, este também é outro pertence a mesmo clã de Samora Machel, também conheceu como foi a história da morte do Presidente, esteve algum tempo como comissário Político na frente de combate no Niassa até que, quando  foi alvejado gravemente no ombro por um estilhaço de uma bomba lançada pela força aérea inimiga,  foi evacuado para antiga República Democrática Alemã, onde recebeu todos os cuidados médicos.  Quando melhorou veio  fixar residência na cidade de Dar-és-salaam, com o apoio da Frelimo. Coisa rara, por quanto  os camaradas feridos em combate nunca  levaram  aquela vida do Panguene. Um dos feridos graves também em combate fui eu, Zeca Caliate, que fui tratado de qualquer maneira num hospital Zambiano, depois abandonado de qualquer maneira como um cão sem dono. O meu ex-camarada Armando Panguene, viveu, comeu e bebeu do bom e do melhor em Dar-és-salaam onde tinha as miúdas que ele queria, uma das quais era namorada do Bonifácio Gruveta Massamba. Ela era natural do Zimbabwe, conheceu-o no Malawi e como queria continuar a estudar, ele enviou a rapariga com ajuda do seu padrinho Samora Machel para continuar com seus estudos no Mozambique Institute, em Dar. Infelizmente ficou gravida de Armando Panguene, e o Bonifácio Gruveta ficou a chuchar no dedo e passou  muito tempo a chorar, para se recuperar. Foram os amigos que o ajudaram a  recompôr-se da sua miséria. (Esteve na guerra durante alguns meses)
8-    Alberto Joaquim Chipande, este também fazia as  suas jogadas escuras lá para a  Província de Cabo Delgado, conheci-o no campo de Nachingwea, era  uma pessoa de poucas  falas,  parecia ser um homem sério e  ria-se de quando em quando com os amigos quando era necessário. Este camarada natural de Cabo Delegado, é o  único que sobrevive até hoje, sendo um  dos comandantes  treinados na Argélia,  diz, ter dado o primeiro tiro no Posto administrativo colonial do Chai, e também segundo consta,  foi capaz de disparar outro tiro  à cabeça do seu próprio progenitor que tombou no local. Chipande desconfiava que o Pai, era agente informador do inimigo.  Em compensação pelo acto, Samora Moisés Machel, nomeou-o para seu adjunto no  Departamento de Defesa (DD). ( Este é veterano da guerra)
9-    Osvaldo Tazama, este Jáua, natural da Província do Niassa, altamente perigoso,  tudo quanto sabia, ia a correr contar ao camarada Samora Machel, nunca tinha conhecido um homem tão mau, cínico, podia estar a brincar e a rir se contigo, mas no fundo estava a tramar-te a vida. Eu conheci um ex-camarada, homem brilhante, também natural da mesma Província do Niassa, chamava-se Rafael Nataniel, era jovem, nos seus 24 a 25 anos. Uma noite, quando todos estavam a dormir, saiu da barraca onde dormia e foi tentar a sua sorte na tenda dormitório das camaradas do Destacamento feminino, onde tinha combinado encontrar-se com uma conterrânea.  Ali foi flagrantemente apanhado por Osvaldo Tazama, que o conduziu para calabouço, e  no dia seguinte foi apresentado na Recemblemá, em língua Árabe significa local de reuniões, onde foi sumariamente julgado e posteriormente enviado para Rua-Rua em Cabo Delgado onde foi executado. O mesmo Tazama, surpreendeu um  seu colega Diniz Moiane, comissário político nacional da Frelimo a fazer amor com uma comandante de destacamento feminino no seu gabinete no Centro de Nachingwea a luz do dia. Osvaldo Tazama foi imediatamente apresentar queixa do sucedido ao Samora Machel, que não esperou um segundo e de imediato despromoveu Diniz Moiane para simples combatente até o resto da vida. (Esteve alguns meses na guerra)
10- Joaquim Munhepe, Sérgio Vieira, Bonifácio Gruveta e Francisco Langa nunca foram à Guerra, andaram sempre à volta de Samora Machel. Paulo Cajika, Rohomoja, Sebastião Marcos Mabote, Paulo Cancomba, José Phailane Moiane, Fernando Matavela, João Fascitela Phelembe, Tomé Eduardo, Eduardo Nihiya ultimamente António Hama Thai, estiveram na mata na verdade, a fugir de um lado para outro e nunca  chegaram a vias de combate mas foram usados como matilhas de hienas para assassinar os outros camaradas…
ALGUNS NOMES DOS PRINCIPAIS DIRIGENTES EXPULSOS E ASSASSINADOS A SANGUE FRIO :
1-    Uria Timóteo Simango, dirigente fundador, membro do Comité  Central  (CC) e vice-presidente,  exerceu também função de Secretário de Relações Exteriores do Partido Frelimo. Foi expulso e mais tarde recapturado juntamente com a sua mulher D.Celina Simango, ambos foram  executados em Metelela na Província de Niassa conforme já referi.
2-     Silvério Nungo, fundador, membro do Comité Central (CC) e administrador da Frelimo, detido no campo militar de Nachingwea depois escoltado para a Província de Cabo Delgado onde foi assassinado por ordens de Samora Machel em 1969.
3-    Filipe Samuel Magaia, fundador, membro de Comité Central (CC) e chefe dos Departamentos de Defesa e da Segurança (DSD), assassinado quando estava a cumprir uma missão do interesse nacional na Província de Niassa por ordens do próprio Presidente da Frelimo Eduardo Mondlane em colaboração com Samora Machel e Joaquim Alberto Chissano em 1967.
4-     Lourenço Mutaca, fundador, membro de Comité Central (CC) e Tesoureiro da Frelimo, expulso, segundo consta,  foi assassinado numa das ruas na cidade de Adis-a-Beba na Etiópia por ordens da Frelimo.
5-    Francisco Cufa, fundador, Representante da Frelimo na Republica da Zâmbia, desapareceu sem deixar rasto, segundo consta foi raptado e assassinado no interior de Moçambique por ordem da Frelimo.
6-    Wiles Kadewele, membro de Comité Central (CC) na Província de Niassa e 1º Secretário nessa Província, foi expulso por Samora Machel em 1970 e após o  Golpe Militar de o 25 de Abril em Portugal, refugiou-se nesse  País, tendo desaparecido em 1981.
7-     Miguel Murupa, fundador, membro de Comité Central (CC) e  vice-chefe de Relações Exteriores da Frelimo, foi escoltado para a Província de Cabo Delgado com ordens de Samora para ser assassinado, felizmente escapou com vida.
8-     Casal Ribeiro, membro de Comité Central e vice-chefe da Defesa e Segurança (D.S.D.), raptado e assassinado no interior de Moçambique.
9-     Francisco Manhanga, membro de Comité Central (CC) e 1º Secretário da Defesa na Província de Tete, foi envenenado e morto no Hospital de Muhimbiri Dar-és-salaam Tanganiyka por ordem de Samora Machel.
10- Alexandre Magno, membro de Comité Central CC Vice-secretário da Província da Zambézia, raptado e assassinado por ordem da Frelimo.
11- José Alves, membro de Comité Central CC 1º Secretário da Província da Zambézia, raptado e assassinado no interior de Moçambique por ordens da Frelimo.
12-  António Silva, membro de Comité Central CC e 1º Secretário da Defesa das Províncias da Zambézia e Niassa, raptado e assassinado em Metelela na Província de Niassa. Também foram expulsos e  assassinados os seguintes comandantes: Joaquim Jahova, Joaquim Mpindula, Cândido Mondlane, Pascoal Nhampule, Luís Arrancatudo, António Machado, Alberto Chingamuca, Alberto Mutumula, Lino Ibraímo,  Fernando Mandindi, etc.
Eu, comandante Zeca Caliate, abandonei a Frelimo para não ser assassinado.
Esta lista nominal, não está completa e mas irei continuar regularmente a trazer ao público Moçambicano novas listas de compatriotas assassinados durante a luta para Independência Nacional  sem motivos aparentes.
Por fim, deixo uma pequena mensagem para os líderes da Frelimo, seus capangas em especial ao General António Hama Thai, para que não se esqueçam de um ditado muito antigo, que diz o que começou pode durar vários séculos até milhares de anos, mas terá seu fim, por outras palavras é dizer que aqui se faz e aqui se paga. Quero também recordar a todos os Frelimistas... vocês têm contas a ajustar comigo tarde ou cedo,  não se trata de uma ameaça e nem tem  sentido vingativo  da minha parte, apenas quero fazer saber que o que é de César é de  César, a parte de Deus  a Deus pertençe.
Zeca Caliate, General Chingòndo um dos sobreviventes da teia do mal Frelimo!
Europa, 28 de Outubro de 2015 
(Recebido por email)
Brevemente mais notícias, aqui na sua VOZ DA VERDADE, que anteriormente não sabiam!
PS: Aqui está a minha caixa de correspondência, basta escrever para ZECA CALIATE, VOZ DA VERDADE, APARTADO Nº 11 LOJA CTT/PC PÓVOA DE SANTA IRIA - 2626-909 PÓVOA DE SANTA IRIA - PORTUGAL

1 comentário:

  1. Sinto dores dos saudosos moçambicanos assassinados pela frelimo que alguns ate hoje estariam acontar na primeira pessoa os horrores causadas pelo colono.
    Nao posso conter me dos animos, ao lembrar que dos 25 milhoes dos mocambicanos que vive neste pais nao tenham uma unica pessoa que nao perdeu o seu familiar vitimada pela Resistencia Nacional Moçambicana . Que para cà na minha zona dexaram a expressao (he mudala titafa tinga vabyanga).
    Mesmo acontencia . Eram raptos de mulheres ,velhos e crianças que nao mais puderam voltar ao convivio familiar . As maes obrigadas tirar bebes ao colo e bate los nos troncos das arvores . Caganitas nas palhotas dos camponeses!
    Eish peço te o' voz da verdade para nos dar um cherinho tambem das nossas familia raptadas pela Democracia pois que destinos foram dadas ? Algumas mulheres com ventre aberta algumas tivemos a sorte de enterrar pelas nossas maos com as suas estranguladas crianças. Os da frelimos ja devem contar
    Com zeca caliate para os julgar e os da renamo ? Vingaça ? Cuidado o' compatriota pois vao nos dizimar todos ficarem so com os vossos colabordores simangos guenjerres muthembas nhono nhono nhono mondlanes mukhuburi nhono nhono

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