quinta-feira, 6 de abril de 2017

EUA lançam ataque militar na Síria

Actualizado há 9 min.
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EUA atacam pela primeira vez as forças do regime sírio

Mísseis foram dirigidos a base militar síria, em resposta ao ataque com armas químicas. Reino Unido apoia decisão da Administração Trump. Rússia classifica acção como "agressão a um membro da ONU".
REUTERS/HANDOUT
Há 9 min.

Trump afirma que acção militar uma resposta ao ataque químico

Há 14 min.
O Exército sírio mandou retirar a maioria dos aviões de guerra da base aérea atacada pelos EUA antes de esta ser atingida pêlos misseis norte-americanos, segundo “informação recolhida pela televisão estatal libanesa al-Mayadeen, que a Reuters cita.
Há 17 min.

Irão condena “ataque unilateral”

O regime iraniano reagiu ao ataque desta quinta-feira à noite através de um porta-voz do Ministérios dos Negócios Estrangeiros. “O Irão condenada veementemente um ataque unilateral destes… Acções como estas vão complicar a situação na Síria e na região”, disse Bahram Qasemi, citada pela agência estatal ISNA, segundo a Reuters.
Há 18 min.

Reino Unido "apoia totalmente" ataque dos EUA

Um porta-voz do Governo britânico, citado pela Reuters, sublinhou o "total apoio" do Reino Unido ao ataque liderado pelo líder norte-americano contra as forças do Presidente sírio. 
Há 23 min.

Rússia considera ataque uma "agressão a um membro das Nações Unidas"

O presidente do Conselho da Federação para a Defesa e Segurança russo, Viktor Ozerov, classificou o ataque dos EUA um "acto de agressão contra um Estado-membro das Nações Unidas". 
Moscovo considera que o ataque norte-americano é "uma violação do direito internacional". De acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, o Presidente russo acredita que Trump utilizou "um pretexto" e quer apenas "distrair" o mundo do número de mortes de civis no Iraque.
Peskov acrescenta ainda que a Rússia não acredita que a Síria tenha acesso a armas químicas. 
Para a Rússia de Vladimir Putin, o principal aliado do regime de Damasco, este ataque coloca em risco a relação entre o Kremlin e a Casa Branca. 
O ataque ordenado por Trump é visto pelas forças russas como um obstáculo à criação de uma coligação de combate ao terrorismo.
Há 27 min.

Ataque partiu do Mediterrâneo

Os EUA lançaram esta quinta-feira à noite vários mísseis contra uma base militar do regime sírio, numa resposta ao ataque químico que fez mais de 70 mortos e centenas de feridos, entre os quais se contavam várias crianças. O ataque norte-americano partiu de dois navios de guerra localizados no Mar Mediterrâneo. Horas antes de ordenar o ataque, o Presidente Donald Trump tinha avisado que a sua atitude em relação à Síria e ao seu Presidente "mudou drasticamente".SÍRIA

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Forças militares norte-americanas lançaram dezenas de mísseis numa base aérea controlada pelo Governo Sírio, nos arredores de Homs.

Google Maps
Forças militares norte-americanas lançaram esta noite um ataque à base aérea do Governo sírio em al-Shayrat, nos arredores de Homs. Os canais de televisão norte-americanos avançam que foram disparados cerca de 60 mísseis Tomahawk.
A ordem foi dada pelo presidente Donald Trump, como resposta ao ataque químico que ocorreu na passada terça-feira em Khan Sheikhun, província de Idlib, no noroeste da Síria, que matou 86 pessoas. Terá sido desta base aérea que a ofensiva síria foi lançada.



.@POTUS Trump delivers statement on targeted, military strike on airfield in  from where chemical attack was launched.
Donald Trump classificou o ataque ocorrido esta madrugada como “de interesse vital para a segurança nacional” dos EUA.
A CNN afirma que o ataque aconteceu às 3h45 (hora local) e atingiu não só a base militar, mas também aeronaves, tanques de combustível e vias de acesso.
O secretário de Estado Rex Tillerson fez também uma declaração, onde afirmou que o ataque foi “proporcional” e que os EUA têm um “elevado grau de certeza” que foi usado gás sarin em Khan Sheikhun.
O Presidente norte-americano já tinha dado conta, esta quinta-feira, que estava a ponderar opções de retaliação contra o Governo de Bashar al-Assad, depois de considerar que o ataque químico “ultrapassou numerosas linhas”.
DONALD TRUMP

Trump está a considerar uma ação militar em retaliação ao ataque químico na Síria


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Na sequência do ataque químico na Síria desta semana, o presidente Donald Trump está a considerar as opções de retaliação. Uma ação militar é uma delas.

86 pessoas morreram e várias ficaram feridas no ataque químico à Síria nesta quarta-fera
Bill Pugliano/Getty Images
Depois de considerar que o ataque químico desta semana na Síria “ultrapassou numerosas linhas”, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump está a analisar as opções de retaliação com o Secretário da Defesa, James Mattis.
De acordo com as informações avançadas pela CNN, uma fonte confirmou que Donald Trump terá dito aos membros do Congresso que uma ação militar está entre as opções de retaliação. As mesmas fontes asseguram que a decisão ainda não está oficialmente tomada e o presidente dos Estados Unidos está ainda a ponderar as possíveis opções com James Mattis, o Secretário da Defesa, que está a viajar para a Florida para as discutir com Donald Trump. Impedir a Força Aérea síria de voar também está entre as possibilidades.
Para além de Jim Mattis, o painel de consultores do Departamento de Defesa incluem o General Joseph F. Dunford, o presidente do Estado-Maior Conjunto e ainda os oficiais militares do Comando Central dos Estados Unidos.
Autoridades dos EUA terão dito à CNN que o Pentágono já apresentou essas opções à administração a pedido da Casa Branca. A lista de soluções já estava previamente elaborada, numa antecipação a um eventual ataque como o que aconteceu na cidade de Khan Cheikhoun, que matou 86 pessoas e deixou vários feridos.

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