Não se trata de nenhum sonho. Os que sempre pensaram se perpetuar no poder por mais 500 anos estão a levar o país para uma guerra certa. Foram descarregados, no Porto de Maputo, carros de assalto e outros artefactos de Guerra .
O Presidente Filipe Nyusi esteve em Luanda, aparentemente pelos 40 anos da Independência de Angola, mas a razão de fundo era para copier a macabra formula de como se pode eliminar a oposição decepando-lhe a cabeça, acompanhado de uma ruidosa propaganda nos meios públicos de comunicação social de entrega voluntária de homens da Renamo às Forças de Defesa e Segurança.
Enquanto isso, deorrem os combates contra os homens armados da Renamo, numa Guerra aberta declarada pelo ministro do Interior, Basílio Monteiro, na Assembleia da República, e pelo comandante-geral da Polícia de acções militares que visam desaramar a Renamo até a última arma.
Paralelamente à exibição de musculatura, várias centenas de soldados do Grupo de Operações Especiais, GOE, vão marchando pelas ruas da Cidade de Maputo, com uma mensagem claro de que “esmagaremos a quem se atrever”.
Ora, esta notícia é muito má e é contrária ao que o Presidente Nyusi anda a pregoar de que é homem da paz. Ninguém votou em Nyusi para preparar uma guerra tão absurd quanto estúpida. Ele próprio, Filipe Nyusi, comprometeu-se a evitar que sangue de moçambicanos seja derramado por disputas políticas.
Não passa um ano quando falou isso na praça pública, mas vemo-lo engajado na preparação da guerra. Visitou o bastião da ditadura em Africa – Angola – e o seu ministro da Defesa faz passeatas pelos mercados internacionais de armamentos.
Presidente Nyusi, poupe o povo!

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