Friday, October 16, 2015

Um olhar para dentro


Um olhar para dentro (i)

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Ignorância e preconceito
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Moçambicanas, moçambicanos, compatriotas!

Vamos lás, todos juntos, unidos, desde o Rio Rovuma até ao Rio Maputo e do posto fronteiriço do Zumbo até ao Oceano Índico, todos nós, travar uma luta tenaz contra a IGNORÂNCIA e o PRECONCEITO, de modo a podermos trilhar o longo caminho que ainda temos que percorrer rumo ao progresso.

"Ignorância" refere-se à falta de consciência e conhecimento de um indivíduo sobre si mesmo e sobre o mundo que o cerca. Esta deficiência constitui o móbil que facilita a instrumentalização de uma pessoa menos esclarecida por pessoas mais esclarecidas. Ou seja, a ignorância é a madre do oportunismo, este que causa a pobreza de uns e a riqueza de outros em detrimento dos primeiros, um fenómeno que recebe a designação de «exploração do Homem pelo Homem»

"Preconceito" refere-se à opinião formada de forma precipitada, sem fundamento plausível, por um indivíduo sobre si mesmo e/ou sobre outrem e demais coisas que rodeiam esse indivíduo. Este defeito comportamental humano constitui o móbil da intolerância e da exclusão social. A intolerância manifesta-se quando se nega lugar à existência de quem pensa e age fora daquilo que um indivíduo ou grupo de indivíduos considera correcto ou aceitável num determinado momento. Ou seja, quem pensa e age diferentemente daquilo que um determinado indivíduo ou grupo de indivíduos considera correcto ou aceitável é excluído do convívio desse indivíduo ou grupo de indivíduos; o excluído é visto por quem o exclui (em virtude de não comungar das suas ideias ou princípios) como marginal. Portanto, o preconceito gera a intolerância, esta que é a madre da exclusão social ou marginalização.

Estas duas deficiências humanas—a ignorância e o preceito—juntas constituem o móbil que facilita a emergência de conflitos sociais. Com efeito, conflitos sociais são frequentes onde reina a ignorância e o preconceito. E conflitos sociais frequentes emperram o progresso de uma sociedade. Portanto, a forma mais eficaz de manter o domínio sobre uma sociedade é instituir um sistema de educação ( = transmissão de valores e conhecimentos) que preserva a ignorância mediante a emulação do preconceito. Consequentemente, a forma eficaz de uma sociedade libertar-se do jugo da dominação a que estiver sujeita é instituir e administrar um sistema de educação que permita combater fundamentalmente a ignorância e o preconceito.

Para nós (moçambicanos) lograrmos sucessos na luta que travamos pelo progresso e preservação da nossa identidade como um povo multiétnico e multirracial, precisamos de reexaminar o nosso sistema de educação para ver se não estamos preservando a ignorância mediante a emulação de preconceitos. Há sinais de haver preconceitos na nossa sociedade; preconceitos esses que baseados no nível de escolaridade, região de origem, grupo étnico, raça, religião, condição social, classe profissional, opção política, capacidade económica, idade, condição física, género/sexo e orientação sexual. O nosso sistema de educação tem que ser talhado de modo a permitir o entendimento objectivo, por cada um de nós, destas diferenças e o seu reconhecimento por nós próprios como nossa riqueza colectiva, cuja exploração, igual as demais riquezas, tem que ser feita de forma sustentável. A educação tem que habilitar as pessoas a compreenderem e valorizarem as suas diferenças entre si com factor de união e não de divisão. Do mesmo modo que os órgãos de um organismo complexo como, por exemplo, o corpo humano, cada indivíduo da nossa sociedade tem se ver como parte integrante de um todo, mas com uma função específica que contribui para a sobrevivência do todo; o todo que somos nós o povo moçambicano. A educação tem que nos habilitar a encararmos a morte de um membro da nossa sociedade como a mutilação do nosso próprio corpo. Quem é que gostaria de ficar privado de um dos seus membros ou órgãos? Creio que ninguém sadio deseja isso. Do mesmo modo, ninguém deve desejar a morte de outrem. Ninguém deve desejar a guerra, porque esta mutila a sociedade!

Temos igualmente que rever o nosso sistema político ( = sistema de governo) de forma a acomodar correctamente as mudanças que temos que operar no nosso sistema de educação, para a erradicação da ignorância e do preconceito. Por exemplo, temos que nos questionar sobre a maneira de promover e assegurar a representatividade de todos os grupos sociais nos órgãos do poder do Estado (i.e. órgãos de tomada de decisões que afectam a vida de todos nós) e nas Forças de Defesa e Segurança (FDS).

Este questionamento sobre o nosso sistema de governo é crucial neste momento em que há percepção de que a Frelimo, o partido ora no poder em Moçambique, tem vindo a promover a exclusão social. Esta percepção ganhou espaço muito espaço em vários sectores da opinião pública sobretudo no decurso do segundo e último mandato presidencial do Armado Guebuza. A forma como os Conselhos Consultivos Distritais (CCD) decidiam sobre o financiamento dos projectos de iniciativa local através do Fundo de Desenvolvimento Distrital (FDD)—vulgo sete milhões—foi muitas referida como tendo exacerbado o sentimento de que o povo moçambicano está dividido em filhos e enteados do Estado. Diz-se por ai que o Estado, ora dirigido pela Frelimo, trata como filhos os militantes e simpatizantes deste partido e como enteados os demais moçambicanos. Há também percepção de que nas FDS só alinham moçambicanos de certos extractos sociais, designadamente negros e pobres.

À diferença dos factos, cuja organização e análise produz conhecimento, as percepções produzem crenças. Crença é o acto de admitir a verosimilhança de uma ideia ou conceito independentemente da prova. Facto é um acontecimento ou evento. O conhecimento produz-se registando, organizando e analisando eventos para entender as suas causas, as relações entre si e as consequências associadas. A política, entendida como a ciência ou arte de governar, guia-se não somente pelos factos, mas igualmente pelas percepções. Daqui decorre que os políticos têm que atender às percepções que as pessoas têm sobre a governação com o mesmo nível da atenção que dispensam aos factos, sob pena de estimular o sentimento de exclusão e gerar focos de conflito social. Em política, o excesso de confiança é muito arriscado e muitas vezes fatal.



Um olhar para dentro (ii)
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Má gestão da coisa pública e boladas
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Estou a pedir para nós da Frelimo sermos sérios, responsáveis, humildes e honestos. É evidente que há uma degradação muito acentuada de valores nas nossas hostes. Muitos dos filhos dos nossos veteranos da luta de libertação nacional estão envolvidos em "boladas" que envergonham os seus pais.

Hoje, empresas mal paridas pululam como buracos negros, para onde gravitam despudoradamente fundos do erário público. Hoje, empresas públicas (EPs) são obrigadas a "terciarizar" serviços, num esquema que no lugar a de melhorar a qualidade dos serviços que prestam ao público, estão a ficar descapitalizadas.

Estou acompanhando as visitas que o Primeiro-ministro está a fazer às EPs. Quase sempre, a constatação dessas visitas é de que as EPs estão descapitalizadas. Afinal, o que se está a passar? Serão os gestores das nossas EPs maus gestores? Ou são as nossas «pequenas e/ou médias empresas (PMEs)» que estão a parasitar as EPs? Porquê não exigimos explicações aos gestores das nossas EPs sobre a situa deficitária em que estas empresas se encontram actualmente? Não vai ser pacífico recorrer ao tesouro público ou recorrer ao endividamento externo para sanar as EPs. Vai gerar confusão!

Venho lendo o discurso inaugural do Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, sobre transparência na gestão da coisa pública. Desaponta-me constatar que os ventos do «novo ciclo de governação» ainda não estão a soprar na direcção de erradicar as vergonhosas boladas que defraudam o Estado, protagonizadas por alguns de nossos camaradas. E o pior de tudo é que esses camaradas depois se apresentam diante nós, sem vergonha, como "empresários de sucesso". Que sucesso? Sucesso no roubo descarado?! …

Enfim, vamos lá pôr o guizo ao gato, antes que a situação fique totalmente fora do controlo! Não vamos criar mais "EMATUMs". Temos que encarar a má gestão da coisa pública, o roubo do erário público protagonizado por alguns de nós, bem como os maus gestores e os ladrões do erário público, como INIMIGOS da paz efectiva em Moçambique!
Comments


Angela Maria Serras Pires Uau a Frelimo a tentar limpar se, too late my friend


Francisco Wache Wache Parabéns pela coragem.


Emmanuel De Oliveira Cortês Não seriam essas EPs fonte de financiamento de máquinas partidáris.


Jorge Mabango Thanks a lot for telling this subject....is truth e 'eh por la onde se tira dinheiro para financiar o.


Homer Wolf ALELUIA!
Embora seja uma leve palmadinha - mais parece uma carícia - mas já é um bom começo.
Aliás, vou já gravar este texto no Drive, antes que o profe se arrependa e o retire...


Lucia Ngovene Parece que o professor levou em consideração o meu pedido...um bom começo!


Lourenco Jose Voce Homer Wolf tem provocos pha.


Aguinaldo Chidudu Sr.Homer você é fã número 1 do Dr.Cumbane.


Homer Wolf Ainda tinhas duvidas Aguinaldo Chidudu?


Aguinaldo Chidudu Tinha sim,pois nunca te declaras.


Homer Wolf Ele sabe.


Aguinaldo Chidudu já é bom Sr.Homer ,me dera ter um fã como você,assíduo e pontual quase que em todos posts.

Ernesto Andre Matuassa Parabens pela Linda msg sr.JJC


Zulficar Mahomed "Não vamos criar mais EMATUMs"...
Pelo menos clarificar este "investimentos" do SISE "negócios do alto mar".
Só atum ???


Carlos Paruque Linda e oportuna reflexão! Parabéns.


M Gallo Gallo O que o profe.hoje aqui diz nao é nenhuma descoberta. ..à decadas que denuciamos e nos chamavam de apóstolos da desgraça.


Laice Faustino Nkwemba Meu irmao, amigo e camarada Juliao Julião João Cumbane o que aconteceu para conseguires criticar os nossos pela negativa? Agora sim, eu estava a espera de ver esta tua imparcialidade


Abílio José Conge E o que diz a auditoria?


Avelino Namarrocolo Oba eh cumbane a escrever isto, estamos mesmo a deriva no alto mar.


Carlos Matola Muito positivo, mas prof, não te comprometas

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Alvaro Simao Cossa Amigo Julião João Cumbane querias dizer
"terciarizar"?? Seria? isto e' fazer modificacoes econimicas para dar suporte ou predominio ao sector improdutivo (transporte, servicos, administracao publica (sector terciario)) ?. Acho que para acabar com isso o Estado deve dar prioridade para a direccao das EPs aos especialistas com altas qualificacoes profissionais, independentemente da sua filiacao politica e responsabilizar aos directores das empresas, atraves de estimulos e sancoes directas ao elenco administrativo, pelos resultados adquiridos em cada ano produtivo,. Os melhores diretores das empresas passam a dirigir agrupacoes (consórcios) e os melhores directores de agrupacoes passam a dirigir ministerios ou seus departamentos, os piores perdem aquele emprego e nunca poderao dirigir mais Eps do nivel que dirigiam, assim e' como se faz em muitas empresas da europa. Estimular a direccao e os trabalhadores pelos bons resultados e sancionar os dirigentes pelos maus resultados, isto e' bater o bolco, e em alguns casos dar-lhes responsabilizacao criminal, nao so baixa-los de categoria profissional,mas tambem penaliza-los de um processo crime. Se isto pegar na perola nao havera' ninguem que possa ir a uma empresa publica fazer-se de pendura (Rider) porque e' membro da familia do dirigente ou e' uma figura publica de relevo, isso acaba automaticamente, e acaba com a colocacao arbitraria nos postos de direccao das Eps, de familiares e amigos de quem tem poder de decisao. Os dirigentes serao os primeiros a se interessarem para que as empresas sejam rentaveis.

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Julião João Cumbane Alvaro Simao Cossa, sim, "TERCIARIZAR", é que quer dizer. Erro já corrigido. Obrigado pela nota. Subscrevo totalmente o conteúdo do teu comentário.

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Lucia Ngovene Então professor, gostei da atitude!

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Lucia Ngovene Tens o meu respeito

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Nando Conceicao Sherlock Holmes...

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Mouzinho Zacarias prof. não seria bom que esses indivíduos que roubam ao estado deviam estar atrás das grades??

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Feliciano Nkunda


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Rafael Ricardo Dias Machalela Eis o inimigo da Paz

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Homer Wolf Ah ah ah...Ver tradução

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Rafael Ricardo Dias Machalela Eh eh eh...


Eduardo Domingos Fogo amigo joao cumbane! Vitorino David nem consegue pensar assim. Massinguita.


John Mequissene Provas!!!!

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Julião João Cumbane Achas que sou tão ingénuo, John Mequissene?!... Leva-me à barra do tribunal! Não terás que lidar com marchas da sociedade civil, nem com intervenções da União Eropeia (EU) e da Amnistia Internacional (AI), em minha defesa. Podes levar-me por um cidadão indefeso e indefensável, porque sou isso! ...

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Homer Wolf O papeis inverteram-se... eh eh eh


Cristiano Matsinhe Caro amigo Julião João Cumbane, estava a passar pelo teu bairro e achei oportuno cumprimentar-te. Abraco.

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Fernando Carlos Samo Mapamo A crítica do professor é construtiva, não obstante, não se pode servir dela para proferir coisas sem provas. Para mim é sempre bom aprofundar o assunto para poder determinar se facto são filhos dos camaradas ou são políticas k necessitam de um reforço de princípios para ultrapassar as crises. Portugal vendeu até a TAP e não creio que tenha sido o mesmo motivo k se alega em Moçambique, mas é um País com muita experiência na gestão. Em fim é o meu entender (não se aproveitem do professor para acções políticas).

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Julião João Cumbane Estás a querer dizer que posso ir parar à barra do tribunal, Fernando Carlos Samo Mapamo?! Podes ter a certeza de que não terei a União Europeia (UE), nem a Amnistia Internacional (AI), a intervir no "caso", que não sei como se vai chamar. Não há-de haver marchas da "sociedade civil" em solidariedade a mim, caso seja acusado de "difamação contras libertadores da pátria"! ..


Fernando Carlos Samo Mapamo Uma opinião e não tenho esse Prazer.


Julião João Cumbane Entendo-te, Fernando Carlos Samo Mapamo!




Milton Chembeze Eu sempre achei o prof. Julião João um indivíduo equilibrado. É esta postura que nós, seus "detractores" esperamos de si.
Assim, com este tipo de reflexão, posso voltar ao Facebook.

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Elson Guila Gostaria que o texto fosse mais longo. Fiquei com muita cede. Não basta só falar da ilegalidade dos outros, é necessário olhar para dentro e procurar ajudar a arrumar a casa. Esse é o lado certo no processo de busca pela paz e erradicação da pobreza na pátria amada. 1000 likes

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Gizela Wenda Wenda Bem haja meu irmao axim tiro chapeu porque mostraste que nao és um medricas e lambibotas bom filho tambem sabe criticar os Pais. Para melhorar

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José Dias Eis a questão!

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Issufo Issufo Julião João Cumbane é com um enorme prazer que lhe dou os meus Parabéns. O desenvolvimento de uma nação e a Verdadeira Democracia faz se com críticas imparciais e positivas. É pena que subsistam ainda muitos que apesar de saberem as verdades, continuam a apoiar a mediocridade.

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Rafik Abdala Mas só hoje é que conseguiu enxergar essa falta de vergonha e escrupulo volvidos 40 anos!!?? Háaaaa senhor professor...

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Mahamad Hanif Mussa Por mim, a "situação fora de controle" já está!

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Elson Guila Estou a procura de "Um olhar para dentro (i)". Se alguém o vir, peço para me informar

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Julião João Cumbane Elson Guila, eis o que procuras:https://www.facebook.com/jj.cumbane/posts/835294443255243

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Elson Guila Obrigado.



Aguinaldo Chidudu SERÁ QUE OS DA OPOSIÇÃO CONSEGUEM FAZER UM "UM OLHAR PARA DENTRO?" OU SEJA,A RENAMO JÁ FEZ ISTO ANTES?POSTO ISTO IMPORTA REFERIR QUE O QUE O DR.CUMBANE FEZ É ALGO MUITO BOM,ATÉ PORQUE OS ESTATUTOS DO PARTIDO FRELIMO PREVÊ ISTO,SOBRETUDO QUANDO SE FALA DE CRÍTICA E AUTOCRÍTICA.E OS OUTROS SÓ ANDAM A LAMBER BOTAS DO DR.CUMBANE-COM PALAVRAS TAIS COMO:GOSTEI,ESTÁ DE BARABÉNS,NÃO PROCURAM APRENDER PARA IMPLEMENTAREM NOS SEUS PARTIDOS APRENDAM SENHORES E TRAGAM TAMBÉM O PROBLEMA DO RÍDER,COM ENFOQUE PARA A SUCESSÃO DO RÍDER.POIS 40 ANOS COMO RÍDER DA RENAMO É UM EXEGERO,EM DEMOCRACIA.

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Elson Guila Aguando, o seu comentário é válido mas peca por o ter escrito só com letras maiúsculas ou "CAPS". Dá impressão de que está irritado com a publicação. Não gostou? Cada um é livre de escrever o que bem entender. Aprendi com o próprio JJC.

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Elidio Cuco Como político estarias bem meu amigo Julião João Cumbane! kikikiki


Angela Maria Serras Pires Blablabla nesta altura? Please cai na real


Filomeno Filipe Cosme Agora sim meu grandão!


Forbes Nhaca Huuu então o Dlhakas é que tem direito de mandar Blablabla a qualquer altura? Ta doer dodoi mama Angela Maria Serras Pires vi teu kota com tio Dlhakas em Quenia, afinal são brothers.




Angela Maria Serras Pires He was arrested after being president ...Ver tradução


Forbes Nhaca Infelizmente não sei falar inglês mais entendi tudo. Acho que estas super equivocada são casos mu ito diferentes e completamente fora do mesmo contexto. Eu nunca gostei de presidentes que são declarados perdedores e recusão entregar o poder. Nunca tivemos caso igual em moz.


Buene Boaventura Paulo Bem observado. Os meus parabéns por esta dissertação


Zacarias Jemisse Matuassa Este texto, sobretudo a coerencia dos factos e o alinhamento das ideias, mostra claramente que o seu redactor, Prof. Doutor Julião João Cumbane e um grande academico.


Homer Wolf Gostei. O profe esta' a cair na real... kudos!


Julião João Cumbane Nunca deixei de ser real nem de estar na real,Homer Wolf! Não sejas presunçoso!


Amilcar Joaquim Inguane Já estava cansado de ler seus posts sobre o seu novo suposto tio.....o Wolf e companhia são testemunhos dessa publicidade inglória.... tou feliz por perceber que ainda reside em ti uma veia observadora e de crítica isenta que faz jus à classe que representa no nosso mozaico social.... espero que tenhas regressado de vez.

Homer Wolf Não é?!... até custa a crer.
E dizem que até na propria "têvêéme" o tio profe não se coibiu de desferir um murro no estomago do sistema...
Este JJ sim. Vale a pena lê-lo.


Gracio Abdula Bom texto Professor Julião João Cumbane. Qualquer sociedade sobrevive atraves da transmissão às novas grtações dos seus usos, costumes, tradições...enfim a sua cultura e fundamentalmente seus conhecimentos. Assiste-se hoje n nosso País à ausencia total de referencias de principios morais e eticos. As nossas crianças não têm nem connhecem um modelo de educação. Não sabem qual é a sua cultura, quais são os valores da sua Nação. Educar é preciso! Temos referências aqui de grandes figuras que sempre pautaram as suas vidas pela honradez e moral. Vamos elevá-los para o bem das nossas crianças!

Julião João Cumbane Obrigado pela apreciação, caro Gracio Abdula! Sim, somos nós os reponsáveis pela degradação dos nossos valores. Deixamos tudo ao Deus-dará, por conta da globalização. Agora temos que arregaçar as mangas e reconstruir o que derrubamos, que ainda pode ser reconstruído! Podemos? Creio que sim!

Manuel Domingos J. Cossa Boa professor. ..temos que acelerar a descentralização e a despartidarizacao das instituições do Estado. Só assim a competência será premiada. 
Hope more decent posts may follow.

Homer Wolf So do I...

Salomao Catingue O artigo é muito bom, tras consigo verdades com as quais temos efectivamente que viver e logo, procurar mudar de forma harminiosa......este deve ser o plano e orientação do País, realmente são realidades que precisam ser mudadas com a necessaria urgencia, mas não para acomodar grupos, o tempo de grupos deve ser passado, é hora e vez dos moçambicanos. Para isso o debate deve ser alargado e sem reservas.
Lamento o posicionamento daqueles que movidos pelo odio, não admitem que o Prof. tenha uma visão........por cima e ao invez de avaliarem o que é exposto.....vem com ataques. Pena desses.........numa certa idade ficar com o coração cheio de rancor pode acabar afectando a nossa saúde. 
Gostei do texto e estou de acordo......
Quando a senhora magoada......paciencia......e só te olhamos só.

Jojo Amade Ernesto Vai sozinho

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