- SERÁ QUE EXISTE MORAL PÚBLICA PARA ESBANJAR CENTENAS DE MILHARES DE DÓLARES PARA PATROCINAR UM JANTAR DE LUXO EM HOMENAGEM AO CHEFE DO ESTADO?Que tal se esse jantar promovido e patrocinado pelas Comunidades Muçulmanas fosse dedicado à promoção do diálogo sobre à PAZ?Até fazia sentido que os dois antigos Presidentes da República, acompanhados com Afonso DLHAKAMA, ou seu representante, completassem o quarteto da PAZ, cujo o Timoneiro é Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique!Fora disso, o PIMO, tem muita dificuldade para eleger alguma obra de grande vulto feita pelo actual Presidente da República que mereceria uma homenagem, pois ele ainda não estancou à rede dos criminosos que estão a raptar empresários, que no fim ao cabo acarreta o custo de vida ao cidadão : o pão subiu e o dólar está à humilhar o METICAL!Os homenegeadores e os homenageados deviam dedicar esses milhões de dólares para a Associação de Panificadores afim de bonificar o custo do pão cujo à subida do preço está a provocar anemia aos pobres devido a falta de dinheiro para suportar o aumento do preço do pão!COMENTANDO O POST DE NDHANETA MOZ SOBRE A NOTICIA DO SEMANARIO DOSSIER FACTOS QUE DEDTACA À FUGA DE DLHAKAMA PARA À PARTE INCERTA E O PAPEL DO DR LOURENÇO DO ROSÁRIO & COMPANHIAO PIMO condena severamente o envolvimento criminoso da equipa dos mediadores nacionais que tomaram parte partidária, facilitando o Governo para desarmar a Renamo, numa circunstância que poderia jorrar sangue entre às Forças de Defesa e Segurança e os guardas da segurança do Líder da Renamo!Quando um mediador toma parte partidária na mediação das partes em conflito, automaticamente perde à confiança e a postura de continuar a desempenhar esse papel!Se os ilustres mediadores alegam que também foram traídos pelo Governo, ao invadir e desarmar o signatário protegido por eles, achamos que já teriam vindo ao público para condenar o oportunismo do Governo que pretende impor se como bom pescador que no fim e ao cabo está a aproveitar pescar na rede dos outros!Queremos dizer que os mediadores já teriam manifestado à sua indignação e repúdio pelo oportunismo militar do Governo, ao aproveitar desarmar à Renamo, sob custódia dos mediadores, na cidade e não nas matas de Gorongosa!O PIMO, acha que estão criadas às condições para que essa equipa dos mediadores nacionais apresentem à sua demissão voluntária, afim de facilitar a continuação dum DIÁLOGO CONSTRUTIVO, entre o Governo e a Renamo com vista à alcançar uma PAZ duradoira para o desenvolvimento sustentável de Moçambique, rumo à construção duma economia sem oposição!
- Os antigos estadistas, Joaquim Chissano e Armando Guebuza também serão homenageados na ocasião
O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, é o convidado de “honra” de um jantar que se vai realizar no próximo dia 26, na sede da Comunidade Mahometana, em Maputo. O Confidencial apurou que o jantar em homenagem à Filipe Nyusi e os antigos estadistas do país, Joaquim Chissano e Armando Guebuza, é tripartidamente organizado pela Comunidade Mahometana, o Conselho Islâmico e a Associação Muçulmana.
O Confidencial apurou ainda que, para movimentar o estadista moçambicano, contribuições na ordem de cem mil (100.000) doláres estão em curso para receber o mais alto magistrado da nação.
O empresário Amande Camal, porta-voz da organização diz que os valores na alçada do “Confidencial” estão “empolados” e que “se fosse isso, eu não iria”.
Cem mil dólares americanos??…
Fontes do jornal Confidencial, no seio do grupo tripartido, que organiza o jantar avançaram estar prevista a colecta de cem mil dólares americanos para a realização do jantar.
As fontes alegam que o valor é “exorbitante” e que “poderia ser destinado para fins sociais”.
O Confidencial abordou, no princípio da tarde deste terça-feira, Faizal Sidat, membro daquela comunidade e antigo timoneiro da Federação Moçambicana de Futebol (FMF).
Sidat declinou tecer quaisquer comentários. “Fale com o Amade Camal sobre isso, ele é o nosso porta-voz”, disse Sidat ao nosso jornal.
“Não é verdade” – Amade Camal
O Confidencial falou com Amade Camal, que disse não ser verdade que os valores da colecta para o jantar cheguem aos 100 mil dólares. “Não é verdade” disse o empresário Amade Camal. “Eu não estaria numa coisas dessas se fosse verdade”. Contudo, a fonte, sem especificar os valores, disse que nesta quarta-feira, a organização do evento “já terá um valor específico do que será colectado”. Camal adiantou que o jantar tem carácter de “homenagem ao actual Presidente da República e aos seus antecessores”
O outro jantar de Filipe Nyusi…
Enquanto canditado presidencial, na sua busca de fundos para suportar a sua campanha eleitoral, Filipe Nyusi participou de um jantar organizado pela Confederação das Associações Económicas (CTA), numa unidade hoteleira, a dia 12 de Setembro de 2014.
A presença de Nyusi nessa jantar, aonde esteve sentado a mesma mesa com Momed Bachir Suleimane (MBS), causou certo mal estar nos círculos do poder.
MBS tinha sido mencionado, a 1 de Junho de 2010, pela Administração de Barack Obama como “barão da droga” e colocado na principal lista desses perigosos indivíduos para os Estados Unidos da América. No dia 2 de Junho de 2010, quando a notícia corria o mundo, Bachir, fazendo-se acompanhar pelo seu advogado Máximo Dias, concedeu uma conferência de Imprensa, alegando ser falaciosas as acusações que lhe imputavam.
A Procuradoria-Geral da República (PGR), dada a gravidade das acusações contra um cidadão nacional, através do Gabinete de Combate à Droga, criou uma equipa para a qual foram chamados dois agentes da Polícia de Investigação Criminal, para investigarem MBS. A Procuradoria Geral da República (PGR), da chancelaria de Augusto Paulino, após tal ‘investigação” foi ao Parlamento dizer que aquele órgão não encontrou nada de concreto como resultado do seu processo de averiguações.
Em finais de 2014, MBS foi a mais sonante vitima a ser “sequestrada”, tendo estado em cativeiro por mais de um mês, até uma alegada sucedida operação policial o resgatar com vida no distrito da Macia, na província de Gaza!
Jantaradas, uma prática antiga …
Nas chancelarias de Joaquim Chissano e de Armando Guebuza, era prática da Frelimo organizar jantares onde se leiloavam bugigangas e objectos de merchandising partidário. ‘Empresários’ militantes, perfilavam para se mostrarem ao candidato.
O empresário Mahomed Bachir Sulemane (MBS) que já deteve a presidência da comunidade Mahometana, uma das que organiza o jantar da próxima segunda-feira, em tempos não muito distantes, já cometeu a proeza de, numa dessas jantaradas, comprar o cachimbo do então candidato da Frelimo, Armando Guebuza. Depois de o arrebatar devolveu o cachimbo ao dono. Guebuza não declinou. Em 2009 Bachir voltou a se destacar ao pagar milhões por uma caneta que ofereceu de seguida à antiga primeira-dama Maria da Luz.
Sobre uma eventual presença de MBS ao jantar da próxima semana, Amade Camal disse que cada comunidade tem direito a “um terço dos convites e não sei se o Mohamed Bachir será convidado pelo comunidade que pertence”.
MBS já esteve em frente dos destinos da Comunidade Mahometana, tendo sido afastado quando o seu nome foi associado ao narcotráfico.

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