quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Trump é o novo Presidente. Hillary aceita derrota

Eleições nos EUA ao minuto:

Depois de uma longa campanha, os norte-americanos escolhem o próximo Presidente: Hillary Clinton ou Donald Trump?

Relacionados

Há 1 min.

Lusa

Santos Silva: Portugal espera continuidade da "moderação e influência" no mundo

O ministro dos Negócios Estrangeiros português saudou nesta quarta-feira a eleição do novo Presidente norte-americano, Donald Trump, e disse esperar que os Estados Unidos mantenham a sua posição de "moderação, equilíbrio e influência na cena internacional".
"O Governo português saúda a eleição de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos. Felicita-o por esse feito e cumprimenta a candidata [democrata] Hillary Clinton", disse o chefe da diplomacia portuguesa, Augusto Santos Silva.
Portugal, referiu, espera que os Estados Unidos "mantenham a sua posição de moderação, equilíbrio e influência na cena internacional, designadamente no quadro multilateral, com particular atenção às Nações Unidas e à Aliança Atlântica".
Há 1 min.

Presidente indiano agradece a "amizade" demonstrada por Trump

We appreciate the friendship you have articulated towards India during your campaign, @realDonaldTrump.
Há 3 min.

A América de Obama acabou: quem fez história foi Donald Trump

A jornalista Rita Siza escreve sobre a nova era que Donald Trump irá inaugurar a partir de 20 de Janeiro.
Há 16 min.

Segunda parte do discurso de Donald Trump

"Trabalhando em conjunto vamos dar início à urgente tarefa de reconstruir o nosso país e de renovar o sonho americano. Passei toda a minha vida no mundo empresarial, observando o potencial por explorar em projectos e pessoas em todo o mundo. É o que quero fazer pelo nosso país agora. Grande potencial. Fiquei a conhecer tanto o nosso país. Vai ser especial. Grande potencial. Todos os americanos vão ter a oportunidade de concretizar o seu potencial. Os homens e as mulheres esquecidos do nosso país não serão mais esquecidos.
Vamos resolver os problemas do nosso interior, reconstruir as nossas estradas, pontes, túneis, aeroportos, escolas e hospitais. Vamos reconstruir as nossas infra-estruturas que se tornarão ímpares e vamos colocar milhões de americanos na reconstrução. Vamos também, por fim, apoiar os nossos grandes veteranos que têm sido tão leais. E tive a oportunidade de conhecer tantos ao longo deste percurso de 18 meses. O tempo que passei com eles durante esta campanha foi uma das minhas maiores honras. Os nossos veteranos são pessoais incríveis.
Vamos dar início a um projecto de crescimento e renovação nacionais. Vou capacitar os talentos criativos dos americanos e teremos os melhores e os mais inteligentes para impulsionar o seu grande talento para o benefício de todos. Vai acontecer.
Temos um grande plano económico. Vamos duplicar o nosso crescimento e ter a economia mais forte do mundo. Ao mesmo tempo vamos trabalhar com todos os países que estejam dispostos para trabalhar connosco. Vamos estabelecer grandes relações. Esperamos estabelecer grandes, grandes relações. Nenhum sonho é demasiado grande. Nenhum desafio é demasiado desafiante. Nada que queiramos para o nosso futuro está para além do nosso alcance.
A América só se vai contentar com o melhor. Queremos recuperar o destino do nosso país. Temos de recuperar o destino do nosso país. E sonhar de forma ousada e desafiante. Temos de o fazer. Vamos sonhar feitos grandiosos e especiais para o nosso país.
Quero dizer ao mundo que vamos colocar sempre os interesses da América em primeiro lugar. Mas que vamos trabalhar com todos de forma justa.
Todos os povos e todas as nações. Vamos procurar estabelecer elos de ligação em detrimento da hostilidade; parcerias em detrimento de conflitos. E agora gostaria de agradecer a algumas das pessoas que realmente me ajudaram a alcançar uma noite realmente histórica.
Em primeiro lugar, quero agradecer aos meus pais, que sei que estão a olhar para mim neste momento. Grandes pessoas. Aprendi tantos com eles. Foram maravilhosos em todos os aspectos, foram verdadeiramente grandes pais. Também quero agradecer às minhas irmãs: Marianne e Elizabeth que estão connosco esta noite. Onde estão? Elas estão por aqui? São muito tímidas. E ao meu irmão Robert. O meu grande amigo. Onde está o Robert? Robert? Deviam estar aqui hoje. São fantásticos. E ao meu falecido irmão Fred. Um homem fantástico. Uma família fantástica. Sou muito sortudo.
Irmãos, irmãs e pais fantásticos. À Melania, ao Don, à Ivanka e ao Eric e Tiffany e Barron, amo-vos e agradeço-vos. Em especial por estarem comigo em todos os momentos. Foi complicado."
Há 21 min.

Resultados actualizados

Há 26 min.

Presidente egípcio congratula Trump

Há 28 min.

João Ruela Ribeiro

Huffington Post deixa de chamar "xenófobo" ao Presidente eleito

Quando Trump apresentou a sua candidatura às primárias republicanas, o site de informação Huffington Post começou por tratar as notícias relativas à sua campanha na secção de entretenimento. Com a sua nomeação como candidato republicano, a cobertura passou para a secção de política, mas, à medida que as declarações polémicas do magnata se foram acumulando, todos os textos sobre Trump foram acompanhados de uma nota final:
"Nota do Editor: Donald Trump incita regularmente à violência política e é um mentiroso compulsivo, xenófobo desenfreado, racista, misógino e birther [grupo que defende que Obama não nasceu nos EUA e não devia ter sido Presidente], que por várias vezes prometeu proibir todos os muçulmanos - 1,6 mil milhões membros de uma religião inteira - de entrarem nos EUA."
Esta noite, quando a vitória de Trump parecia cada vez mais certa, o site deixou de publicar a nota. "Agora que as eleições terminaram, não iremos usá-la em textos futuros, uma vez que ele [Trump] já não é candidato presidencial", disse o chefe da redacção de Washington do Huffington Post, Ryan Grim. "Se ele governar de uma forma racista e misógina reservamo-nos o direito de voltar a usá-la", garantiu.
Há 35 min.

Lusa

Marcelo Rebelo de Sousa felicitou Donald Trump e desejou-lhe sucesso

O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou uma mensagem a Donald Trump felicitando-o pela vitória nas eleições presidenciais de terça-feira nos Estados Unidos da América (EUA) e desejou-lhe sucesso no exercício de funções.
Numa nota divulgada na página da Presidência da República na Internet, lê-se que o chefe de Estado português "enviou uma mensagem de felicitações ao Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, desejando-lhe sucesso no exercício das funções que foi chamado a desempenhar pelo povo norte-americano".
Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa "fez ainda uma referência aos laços de amizade que unem Portugal e os EUA e à significativa comunidade de portugueses e lusodescendentes residentes nos Estados Unidos".
Há 42 min.

Primeira parte do discurso de Donald Trump

"Obrigado. Peço desculpa por vos fazer esperar. Situação complicada. Obrigado.
Acabei de receber a chamada da Secretária Clinton. Deu-nos os parabéns. É sobre nós. Sobre a nossa vitória. E eu dei-lhe os parabéns e à sua família pela campanha muito renhida.
Ela lutou muito, trabalhou muito ao longo de muitos anos e temos uma grande dívida para com ela e para com o serviço que prestou ao nosso país. Digo-o com sinceridade.
Agora chegou o momento para os EUA sararem as feridas que nos dividem, para nos juntarmos e para que os republicanos, democratas e independentes deste país se juntem como um povo unido. Chegou a altura.
Prometo a todos os cidadãos deste país que serei o Presidente de todos os norte-americanos e isso é muito importante para mim. Para todos os que não me escolheram apoiar no passado (e houve alguns) peço a vossa orientação e ajuda para que possamos trabalhar em conjunto e unificar o nosso grande país. Como disse desde o início, a nossa campanha não foi uma campanha, mas antes um grande e incrível movimento de trabalhadores que amam este país e que aspiram por um melhor futuro para si e para as suas famílias.
É um movimento composto por norte-americanos de todas as raças, religiões, classes e crenças que querem e esperam que o nosso governo esteja ao serviço do povo e ao serviço do povo estará."
Há 50 min.
Depois de uma série de agradecimentos, desde toda a família, a Ben Carson, Rudolph Giuliani, aos Serviços Secretos, ou às forças de segurança de Nova Iorque, Donald Trump classificou este como um "um evento histórico".
Mas, refere o republicano, "para ser realmente histórico será necessário um grande trabalho. E eu não vos vou desiludir – vamos fazer um grande trabalho".
"O nosso trabalho só começou agora. Vamos fazer um trabalho que vos vai deixar orgulhosos. Amo este país", concluiu abandonando de seguida o palco para cumprimentar os apoiantes.

Donald Trump apela à união e elogia Hillary Clinton

"Acabei de receber um telefonema da secretária Clinton. Congratulou-nos pela vitória e eu congratulo-a e à sua família por uma campanha muito dura", começou por afirmar Donald Trump no seu discurso de vitória. "Trabalhou muito, e devemos-lhe uma enorme gratidão pelo seu serviço ao país", diz ainda o republicano sobre Hillary Clinton.
"É tempo de nos juntarmos como um povo americano unido", apela. "Vou ser Presidente de todos os americanos. Esta não foi uma campanha mas um movimento. É um movimento de americanos de todas as cores e raças", conclui o novo Presidente norte-americano 

Líder do Ku Klux Klan felicita Trump

GOD BLESS DONALD TRUMP! It's time to do the right thing, it's time to TAKE AMERICA BACK!!!  

Mike Pence: "É uma noite histórica"

"É uma noite histórica. O povo americano falou e elegeu o novo representante. Elegeu o novo Presidente e é difícil explicar o que sinto. É um privilégio servir-vos como o próximo Vice-Presidente dos EUA. Agradeço a Deus, à família, à minha mulher, ao meu filho Michael e à noiva, à minha filha. Não poderia estar aqui sem eles. Estou muito agradecido ao povo norte-americano, por me darem a oportunidade de os servir. Principalmente ao nosso novo eleito Presidente que irá tornar o nosso país grande de novo. A honra é minha de vos apresentar Donald Trump."

Trump Presidente. Como é que isto aconteceu?

David Dinis e Diogo Queiroz de Andrade reagem à vitória de Donald Trump:

Trump é o novo Presidente dos EUA

Clinton já telefonou a Trump a conceder a derrota

A NBC e a CNN avançam que Hillary Clinton já falou com Donald Trump a conceder a derrota nas eleições presidenciais:

BREAKING: SOURCE TELLS ME CLINTON HAS CONCEDED ON PHONE WITH TRUMP

Donald Trump é o novo Presidente dos EUA

A Associated Press confirma a vitória de Donald Trump no Wisconsin. O republicano ultrapassa assim a barreira dos 270 votos eleitorais necessários para vencer as presidenciais norte-americanas e torna-se no 45º Presidente dos EUA.

Sem parar de falar de Trump, os media não acreditaram na sua vitória

A jornalista Margaret Sullivan, do Washington Post, reflecte sobre a cobertura dos meios de comunicação a Donald Trump, que não acharam possível a vitória do candidato republicano.

Republicanos mantêm maioria no Senado

O Partido Republicano garantiu 51 lugares no Senado norte-americano, de acordo com a maioria das projecções. Ainda faltam apurar os resultados em alguns estados, mas já não existem caminhos prováveis para que os democratas consigam reverter o controlo republicano na câmara alta do Congresso.

Hillary diz que ainda não terminou

“Ainda há votos a chegar e cada voto deve contar”, lembrou o porta-voz da candidata democrata. “Há vários Estados com votos muito próximos”, destacou, insistindo que a corrida ainda não terminou.
O porta-voz aconselhou ainda os apoiantes de Hillary a irem descansar. “Toda a gente devia estar em casa. Toda a gente devia dormir um pouco.”
“Queria que toda a gente soubesse, todos os que aqui estão, todos os que apoiaram Hillary Clinton, que significam muito para ela e para todos nós”, sublinhou.
“Ela fez um trabalho espantoso e ainda não terminou”, asseverou.

Alexandre Martins

Apoiantes de Donald Trump concentrados em frente ao hotel Hilton à espera de verem o seu candidato.

Donald Trump vence na Pensilvânia e no Alasca

A Associated Press concede a vitória no estado da Pensilvânia a Donald Trump. A CNN dá a vitória ao republicano no Alasca.

Ponto da situação: vitória de Trump à vista

  • Donald Trump já conseguiu garantidamente 244 grandes eleitores, estando muito perto dos necessários 270 para ser Presidente dos EUA. O Real Clear Politics, aliás, atribui-lhe já 254 votos no colégio eleitoral, uma vez que deu como garantida a vitória do candidato republicano no Wisconsin. Contando com este triunfo, Trump só precisa de vencer na Pensilvânia ou no Michigan para garantir a eleição.
  • Os mercados asiáticos já reagiram com fortes quedas. O Ministério das Finanças do Japão já marcou uma reunião de emergência com o banco central do país.

O fim das dinastias americanas

A verdade é que Trump já começou a fazer aquilo para que terá sido eleito: varrer o país da elite que o ocupou até agora. Em menos de um ano terá afastado duas sólidas dinastias políticas americanas, os Bush e agora os Clinton. 

Marine Le Pen dá os parabéns a Donald Trump

Félicitations au nouveau président des Etats-Unis Donald Trump et au peuple américain, libre ! MLP

O mais velho

Se for eleito, Donald Trump será o presidente mais velho a chegar ao poder: 70 anos e sete meses.

Falta muito pouco a Trump para ser Presidente

O que falta para Trump ser Presidente

Confirmando-se o triunfo no Wisconsin, Donald Trump apenas precisa de vencer no Michigan ou Pensilvânia para se tornar o próximo Presidente dos EUA.
Rui Tavares diz à RTP, e no Twitter, que o resultado desta noite nos vai acompanhar por muito tempo.

White House, Senate, House, Supreme Court. Tonight will be with us for a generation.

Reunião de emergência no Japão

O Ministério das Finanças do Japão já agendou uma reunião de emergência com o banco central, na sequência dos resultados das eleições americanas, que apontam para a vitória de Donald Trump nas presidenciais americanas.

Alexandre Martins

À espera de Donald Trump no hotel Hilton. Ouve-se "Fuck Yeah!", "God bless America" e muitos "Trump! Trump! Trump!"

Paul Krugman: "América, não te conhecíamos"

“América, mal te conhecíamos. Certamente julguei erradamente o país. Mas, como disse, as recriminações não ajudam. O caminho de regresso começa amanhã”, comenta o norte-americano Nobel da Economia, Paul Krugman, na sua página do Twitter.
America, we hardly knew ye. Certainly I misjudged the country. But as I said, recriminations don't help. The road back begins tomorrow 1/
O economista esteve a acompanhar a noite de eleições e a comentar os resultados na sua página do Twitter, assumindo-se "furioso" com o desastre dos resultados eleitorais.
Krugman não poupou críticas aos media, pela sua atenção ao escândalo dos e-mails, “uma treta de problema desde o início” que “poderá ter morto o planeta”.
Also: the media harping on emails, which was, as Matt Yglesias says, a bullshit issue from the start, may have killed the planet
“Pensei verdadeiramente que conhecia o meu país melhor do que afinal conheço”, partilhou.
“Agora é perceber o que fazer neste horrível mundo novo. Talvez existam republicanos suficientemente horrorizados que formem uma oposição eficiente ao inferno governamental a que vamos assistir”, analisa o economista. “Não é que esteja à espera disso, mas é tudo o que temos até agora”, conclui. 
A Fox é o único canal de TV que projecta já a vitória de Donald Trump no Wisconsin, enquanto os outros consideram que a corrida neste estado está demasiado renhida para se declarar já um vencedor. Contudo, o site Real Clear Politics também já atribui a vitória a Trump no Wisconsin, que era mais um dos estados "oscilantes".

Hillary Clinton vence no Nevada

A Associated Press dá a vitória a Hillary Clinton no Nevada, recolhendo assim seis votos para o Colégio Eleitoral.

Alexandre Martins

Um casal muito sorridente

John e Susan Fox vieram de Indianapolis, no estado do Indiana com a esperança de assistirem de perto a uma vitória de Donald Trump. Estão em frente ao hotel Hilton, o local reservado pelo candidato do Partido Republicano para fazer a festa.
John diz que é um fã de Donald Trump há 30 anos e viajou mais de mil quilómetros só para ver "um sonho tornado realidade". O quarto foi reservado há quatro meses. 
"Li todos os livros dele, reservámos um quarto no Trump International Hotel há quatro meses. Ele vai ser um óptimo Presidente", diz John, já convencido da vitória. "As pessoas querem menos políticos e mais empresários a governar este país."
Susan prefere não falar do muro que Trump prometeu: "Eu só quero que ele crie mais postos de trabalho e que controle o défice."

Portugueses nos EUA reagem a possibilidade de vitória de Donald Trump

Raúl G. Saraiva, em Baltimore, Maryland
Como um simpatizante de Hillary Clinton para Presidente dos EUA desde 2008, também tenho de assumir que recorrentemente tenho defendido que uma vitória de Donald Trump não é o fim do mundo que muitos preconizam. Dos muitos impactos que poderá ter, o mais negativo é porventura a nível de relações internacionais. Claramente, Trump é muito mais impopular e muito menos respeitado pelos aliados dos EUA do que no próprio país, e uma Casa Branca liderada pelo multimilionário assumirá uma posição muito mais centrada em governar o país e não assumir a liderança do mundo como os EUA têm feito até agora.
André Martins, em Richardson, Texas
Hora de rumar para outros mares... o povo é que mais ordena, e a ser verdade, ordena que um Presidente de declarações xenófobas governe um país construído sobretudo por imigrantes. Dia negro para os EUA.
Pedro Correa de Sampaio, em Houston, Texas
Ainda estou incrédulo... Ninguém esperava isto. Entre as notícias americanas e os meus feeds nas redes sociais o sentimento generalizado é esse mesmo. Incredulidade. Frustração. Apreensão. E agora? Para onde vai este país? O que vai acontecer ao progresso social dos últimos anos? Tudo indica que a vitória de Trump virá acompanhada de um domínio republicano do congresso, abrindo caminho a um governo com pouca oposição. Mas no culminar de uma campanha feita de tanto fait diver e tão pouco sumo ninguém sabe bem o que esperar. A mim preocupa-me mais a galvanização de uma secção da população adormecida desde os tempos de Jim Crow...
Susana Cerqueira, em Miami, Florida
Não quero ainda acreditar numa vitória Trump. Assisti até agora aos resultados da eleição com cidadãos americanos em Miami, que estavam igualmente incrédulos com essa possibilidade.

Clinton pode perder a eleição e ganhar o voto popular

Donald Trump está cada vez mais próximo do número mágico dos 270 votos no colégio eleitoral. No entanto, Hillary Clinton até pode vencer no voto popular, crê o New York Times:


Alexandre Martins

Apoiantes de Clinton incrédulos

Apoiantes de Hillary Clinton acompanham os resultados em Nova Iorque com ar incrédulo. Muitos estão em estado de negação com a possibilidade de uma vitória de Donald Trump, alguns ainda acreditam numa reviravolta.
À medida que as projecções foram sendo anunciadas, vários clientes de um bar repleto de apoiantes de Clinton foram saindo, pelo menos três deles em lágrimas.

Massachusetts junta-se à Califórnia na legalização da cannabis para fins recreativos

Numa altura em que uma Presidência Trump é cada vez mais provável, as inicativas de legalização da cannabis alcançam aprovação em vários estados predominantemente democratas.  

Resultados actualizados

Georgia, Utah, Iowa e Wisconsin para Trump, Clinton vence Washington

Projecções da Associated Press dão a vitória do republicano na Georgia, Utah e Iowa e o canal Fox dá a vitória no Wisconsin.
Hillary Clinton garantiu a capital Washington.

A noite das eleições dos EUA em imagens

Entretanto, na Holanda...

Florida and Utah for @realDonaldTrump 

The people are taking their country back.

So will we.

Entretanto, na Califórnia...

Resultados actualizados

Clinton vence Oregon

A democrata arrecada no estado de Oregon sete votos eleitorais. 

Resultados actualizados, já com Carolina do Norte para Trump

O site da emigração do Canadá acaba de ir abaixo

A página de Internet onde se efectuam os pedidos de emigração para o Canadá acaba de ir abaixo, por excesso de tráfego. É um provável paradigma do que está a acontecer entre os americanos que não se revêm nestes resultados. 

Sibila Lind

Eleições EUA: "Entre dois males, o menor"

The George Pub, um bar britânico em Lisboa, organizou uma noite especial para as eleições presidenciais dos Estados Unidos que escolhem nesta terça-feira quem será o sucessor de Obama na Casa Branca. Entre cervejas e petiscos, encontrámos vários apoiantes de Hillary Clinton e falámos com Donald Trump (mas não em pessoa).

Clinton conquista Califórnia e Havai

Trump vence no Idaho. 

Resultados actualizados já com Florida para Trump

Medo nos mercados asiáticos

Repete-se o cenário vivido na noite do "Brexit". Depois de um início tranquilo, os mercados começam agora a reagir à possibilidade (cada vez mais provável) de Donald Trump ser o próximo Presidente dos EUA. A Bolsa de Tóquio cai 4%, a de Sydney perde 3%. O peso mexicano também cai para mínimos históricos nos mercados asiáticos.
Pela segunda vez este ano parece que os mercados fizeram maus prognósticos. Em Junho, apostaram na manutenção do Reino Unido na União Europeia. Desta vez, apostaram num resultado favorável a Hillary Clinton e podem ter-se enganado".
Craig Erlam, analista da Oanda

John McCain reeleito senador

O antigo candidato republicano garantiu a sua reeleição enquanto senador do Estado de Arizona, cargo que ocupa desde 1986.
McCain, que concorreu contra Obama em 2008, e, mesmo apesar de ter sido uma das vítimas de Trump - que fez pouco do seu serviço militar - não retirou o apoio ao candidato do Partido Republicano.

Donald Trump vence na Florida, diz a AP

Associated Press declara vitória de Donald Trump no estado da Florida. Nesta importante vitória, o republicano arrecada 29 votos para o Colégio Eleitoral e começa a destacar-se na corrida à Casa Branca.

Clinton ganha no Colorado

A Associated Press e a CNN projectam a vitória democrata no estado do Colorado, o que permite a Hillary Clinton amealhar nove votos eleitorais.

Clinton vence na Virginia

A democrata Hillary Clinton vence o estado da Virginia, arrecadando 13 votos para o Colégio Eleitoral.

Novos resultados

Ponto da situação: tendência Trump

A noite está a correr melhor a Donald Trump e Hillary Clinton está agora muito pressionada. 
  • Trump vai provavelmente ganhar na Florida e ganhou no Ohio.
  • Os mercados já começaram a reagir, com queda na bolsa de Tóquio e uma quebra na cotação do peso mexicano.
  • Para Clinton é agora decisivo vencer na Pensilvânia e no Michigan

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