terça-feira, 15 de novembro de 2016

Hillary Clinton tem mais de um milhão de votos que Trump. E a contagem continua

Casa Branca 2016


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A contagem ainda não terminou e Hillary tem já mais de um milhão de votos populares que os obtidos por Trump, que com apenas mais 107 mil votos em três estados conseguiu mais grandes eleitores.
OLIVIER DOULIERY / POOL/EPA
A candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton tem mais de um milhão de votos que o presidente eleito, Donald Trump, que se impôs no sistema de Colégio Eleitoral e que qualificou esta terça-feira como “genial”.
A contagem de boletins, que prossegue, já dá uma vantagem de mais de um milhão de votos a Hillary Clinton (61,964 milhões) em relação a Donald Trump (60,961 milhões).
Donald Trump conseguiu 290 dos 538 votos do Colégio Eleitoral, mesmo sem ter o maior número de votos a nível nacional. E isso foi conseguido com a vitória em três estados estratégicos com mais 107 mil votos que a candidata democrata. Como explica o The Washington Post, Trump venceu no Michigan por 11.837 votos, no Wisconsin por 27.257 e na Pennsylvania por 68.236 votos. Estas três vitórias fizeram com que o republicano obtivesse a maioria dos grandes eleitores, que serão responsáveis pela eleição “final” do presidente norte-americano.
O presidente eleito voltou esta terça-feira a utilizar o Twitter para recordar que o sistema de Colégio Eleitoral é “genial, porque faz com que todos os estados, incluindo os pequenos, façam parte do jogo”.
“Se a eleição fosse baseada no total dos votos populares só teria feito campanha em Nova Iorque, Flórida e na Califórnia e teria ganho por uma maior margem e com mais facilidade”, assegurou Donald Trump.
Mas, em 2012, depois da vitória eleitoral de Barack Obama, Donald Trump também afirmou no Twitter que o sistema de Colégio Eleitoral era um “desastre para a democracia”.
A imprensa norte-americana denunciou que em algumas páginas na Internet estão a ser divulgadas notícias falsas que afirmam que Donald Trump venceu no voto popular. O Google e o Facebook comprometeram-se a evitar a propagação daquele tipo de notícias.

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