quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Cidadão tanzaniano cai nas malhas da polícia por violação sexual em Nampula

Cidadão tanzaniano cai nas malhas da polícia por violação sexual em Nampula

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Destaques - Newsflash
Escrito por Júlio Paulino  em 10 Novembro 2016
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Um cidadão de nacionalidade tanzaniana apenas identificado pelo nome Nuro, de aparentemente 50 anos de idade, recolheu aos calabouços da 4ª esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula, na manhã de segunda-feira (07), indiciado de rapto, de cárcere privado e de abuso sexual de uma adolescente de 14 anos de idade.
O visado, que é mecânico de profissão, reside no bairro de Namutequelia, arredores da cidade de Nampula.
Segundo as autoridades policiais, recentemente, o acusado raptou a vítima até uma residência onde permaneceu uma semana sem contacto com ninguém.
Durante esse período, ele abusava sexualmente da adolescente e proferia ameaças de morte caso a mesma tentasse fugir ou gritar pelo socorro.
Volvido esse tempo, a miúda, também habitante no bairro de Namutequelia, foi restituída à liberdade e abandonada algures na cidade de Nampula, mas ela conseguiu chegar em casa e revelou o que lhe acontecera.
Ela foi submetida a exames médicos no Hospital Central de Nampula (HCN), onde se confirmou que houve violação sexual. Desassossegados, os pais da vítima denunciaram o problema à Polícia, mas esta foi supostamente subornada e o caso não andou.
Inconformados com a situação, os pais da menina pressionaram a esquadra para que levasse o caso avante, enquanto pedia a ajuda da comunicação social para que o presumível autor do crime fosse punido.
A situação chegou aos ouvidos do comandante da 4ª esquadra, que sem complacência uma equipa de policiais para levar àquela subunidade policial o indivíduo ora acusado. Investigações levada a cabo culminaram com a prisão do presumível estuprador, segunda-feira.
O visado ainda tentou fugir numa viatura mas a Polícia não permitiu que tal acontecesse. Ele confessou o crime e os agente da Lei e Ordem acusam-no ainda de aquisição fraudulenta do bilhete de identidade moçambicana.

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