sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Arguidos do caso dos Comandos ficam todos em liberdade


Em atualização
Tenentes responsáveis pelos grupos em que estavam os militares que morreram ficam com termo de identidade e residência. Médico do curso responde por crimes de homicídio negligente.
ANTÓNIO COTRIM/LUSA
Todos os arguidos do caso das mortes de dois militares durante o curso de Comandos saíram em liberdade da Secção de Instrução Criminal da Instância Central de Lisboa.
Em comunicado, a Instância Central de Lisboa apenas aponta crimes a cinco pessoas. Quatro delas estão acusadas de ofensas à integridade física graves negligentes e ficaram sujeitas a termo de identidade e residência. Um quinto arguido, o médico do Regimento de Comandos, indiciado por dois crimes de homicídio negligente, foi também suspenso de funções em unidades de saúde militares.
Os sete militares foram detidos na quinta-feira e estiveram durante todo dia de sexta a ser ouvidos. O médico Miguel Domingues é o que sai do Campus de Justiça, em Lisboa, com a acusação mais grave. Já o tenente-coronel Mário Maia, responsável pelo curso de Comandos, e Pedro Fernandes, outro militar constituído arguido, não são mencionados no comunicado.
Os tenentes Hugo Pereira e Miguel Almeida, indiciados por ofensas à integridade física graves negligentes, eram os responsáveis pelos grupos de Hugo Abreu e Dylan da Silva, os dois militares em formação que morreram devido a um “golpe de calor” no início de setembro.

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