quinta-feira, 2 de junho de 2016

DHLAKAMA ABANDONA IDEIA DE GOVERNAR À FORÇA


Comments


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Francisco Moises said in reply to JJLABORET...

Dhlakama é a pior tragédia contra o povo de Moçambique. Um maluco, doido e parvo na politica.

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JJLABORET said...

ARRE!!!
Criei nojo de comentar sobre Dhlakama!

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Afonso Dhlakama é um verdadeiro palhaço. Fala e diz coisas sem pensar e o pior sem ter a intençao de implementa-las. Primeiro, ele devia ter imaginado que a sua ideia de governar seis provincias era uma loucura visto que nao isto nao podia acontecer sem libertar aquelas zonas.
E agora recua da ideia antes de ir assinar os seus acordos imbecis com a Frelimo. Se ele fosse um homem pela democracia, teria a muito tempo abandonado o poder na Renamo para uma outra pessoa mais capaz. Como nao sabe o que democracia é, mante-se no movimento que esta em via de desaparecimneto com ele, a nao ser que os seus Generais achem que basta dele e o mandem descansar numa palhota.

SELO: A vala dos comuns - Por Justiça Ambiental

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Diz quem sabe do assunto que a proximidade entre o espaço residencial e a área de produção agrícola é uma das principais características das comunidades rurais moçambicanas. Como tal, a deslocação compulsiva de agregados familiares afecta lógica e significativamente o seu espaço produtivo e consequentemente ameaça a sua segurança alimentar.
Há pouco mais de uma década os jazigos de carvão na Província de Tete, em Moçambique, tornaram-se alvo da cobiça de várias multinacionais do sector mineiro. Em troca de um alegado precioso contributo para o desenvolvimento do país, a exploração desses recursos foi-lhes entregue. Negligentemente, foi-lhes igualmente entregue o destino de inúmeras comunidades locais que – através da agricultura de subsistência, da pecuária, da olaria ou mesmo do garimpo informal, entre outros – viviam sobre esses jazigos há incontáveis gerações. A Justiça Ambiental (JA) viajou este mês até Tete para ver como estão alguns dos muitos reassentados da Província.
Com o apadrinhamento do governo moçambicano, em 2009 e 2010 cerca de 1500 famílias das comunidades que ocupavam as áreas hoje exploradas pelas mineradoras Vale e ICVL foram indecorosamente reassentadas em locais impróprios, onde a escassez de água, a pobreza do solo e/ou o isolamento do local por si só, colocaram a sua sobrevivência em risco de forma flagrante.
Apesar das inúmeras denúncias, dos protestos e manifestações e de toda a controvérsia que nos anos subsequentes envolveu os reassentamentos de Cateme, 25 de Setembro e Mwaladzi, em Agosto de 2013 a Jindal Steel e o governo de Moçambique fizeram o que muitos achavam impossível e “subiram a parada”. Na altura, inacreditavelmente, o então Presidente da República Armando Guebuza inaugurou pessoalmente mais uma mina gigante na Província: Chirodzi, uma mina de carvão a céu aberto em cuja área de concessão – à espera de ser reassentadas e sujeitas a condições extremamente insalubres – até hoje vivem centenas de pessoas.
Os que tiveram a “sorte” de ser reassentados, hoje, quase sete anos depois, continuam à espera que as promessas de trabalho e de melhores condições de vida feitas pelas mineradoras (e previstas por Lei) se materializem. A maioria reclama há anos que as suas zonas de origem reuniam muito melhores condições (nomeadamente aquelas oferecidas pela própria natureza, como por exemplo o acesso à água) do que as zonas onde foram colocados.
A verdade, é que mineradoras e governo são directamente responsáveis pelas condições deploráveis em que estas pessoas hoje sobrevivem e que tivemos a tristeza de testemunhar. Sem água suficiente para viverem condignamente; sem acesso a uma rede de transporte público minimamente funcional (e como tal privados de aceder a hospitais, tribunais, escolas e fontes de rendimento fora das áreas de reassentamento); servidos por postos de saúde construídos “para Inglês ver”, que nunca têm medicamentos e onde ninguém quer sequer trabalhar, quanto mais ser atendido; estas gentes estão condenadas ao esquecimento.
As entidades governamentais competentes, desavergonhadamente, não parecem estar interessadas em zelar pelo seu bem-estar. Hipotecado por força das circunstâncias, o futuro das várias crianças desses novos aldeamentos parece hoje muito menos promissor do que antes da chegada dos grandes empreendimentos. Pelo menos então o ar era mais puro, a comida suficiente e a água abundante.
Seguindo à risca o modus operandi da sua indústria, para limpar a sua imagem algumas mineradoras estabeleceram nos reassentamentos alguns projectos ditos “de geração de renda”. No entanto, estes padecem dos mesmos males que, à partida, minaram o sucesso dos reassentamentos: mais uma vez as comunidades não foram devidamente auscultadas e não houve transparência na selecção de beneficiários.
Aliás, vários relatos que nos foram feitos recentemente denunciam o facto de serem mormente os líderes comunitários os principais beneficiários destes projectos. Algumas denúncias indicam mesmo que pessoas estranhas às comunidades reassentadas estarão a tirar proveito destes programas.
Ilhados, apesar de estarem próximos de algumas das zonas “quentes” do actual conflito militar que aflige o país, estes Manyungués não parecem estar muito preocupados com a guerra. Pudera! Ao contrário dos corpos alegadamente encontrados há semanas na Gorongosa, estas gentes foram atiradas para a sua vala comum ainda vivas. E lá permanecem.
Por Justiça Ambiental
@VERDADE - 02.06.2016

Aires Ali nomeado embaixador da China

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Aires alyO Presidente da República, Filipe Nyusi, nomeou hoje o ex-primeiro-ministro Aires Ali para o cargo de embaixador na China, informou em comunicado o gabinete da Presidência da República.
Ali, que também foi Ministro da Educação, vai substituir António Inácio Júnior.
Aires Ali foi primeiro-ministro de Moçambique entre 2010 e 2012, tendo antes sido ministro da Educação e governador, primeiro na província de Niassa, norte do país, e depois na província de Inhambane, sul.
A China é um importante parceiro de Moçambique, mantendo uma forte cooperação em vários domínios, incluindo no campo económico e empresarial.
O Presidente moçambicano realizou uma visita oficial a China entre os dias 16 e 21 do mês passado.
Lusa – 02.06.2016

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