segunda-feira, 11 de abril de 2016

Videos da Violência contra membros da Renamo em Mazoe

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"O Governo Provincial de Tete no que concerne aos FDS foram a DPS (Direccao Provincial de Saude) Tete pedir uma ambulância para ir a Santujira deixar alimentos e alguns artigos médicos para os Homens Armados do Governo FDS, UIR e neste âmbito pediram o motorista da Ambulância mas como a Directora Províncial de Saúde De Tete estava fora do País e encontraram a Médica Chefe- Provincial a qual facultou o carro e o respectivo motorista aquando da partida para o local vestiram omotorista de Farda das FDS e dirigindo até as imediações do local foram interceptados pelos Rangeres que acabaram baleando o motorista com três tiros na cabeça, em forma de salvar a vida do mesmo já baleado levaram no de emergencia ao HCB (Hospital Central da Beira) onde veio a falecer e tratando-se de um Manhunge (proveniente de Tete) a família neste momento está em Grande fúria com a DPS-TETE e há fumo no ar."

Fonte: DPS-TETE
Comentários
Regalado Onofre Estás mal
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Tsala Muana Ele quis foi bom
Alberto Pagari A ate a frelimo ja perdeu cabeça ja nao tem carro militares com respectivo motoristas em vez de vender a vida do motorista e ai a pessoa que actorizou deve ser processado criminalmente
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Marcelino Voabil Burrice por parte dele ( o motorista) será que ele não tinha informação da situação que se vive naquelas zonas para alem das das regioes norte centro e norte?
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Francisco Sousa fazer o que? 

job é job

Marcelino Voabil Não ha e não haverá job que me possa obrigar a trocar a minha própria vida!
Francisco Sousa ya mas na hora a situação é constrangidora, ter que desobedecer chefe.

Se calhar nem disseram que ia para lá

Marcelino Voabil Irmão numa altura em que te obrigam a tirar sua roupa e vestir fardamento, logo de imediato da para desconfiar; sou da opinião que por conta de pequenas grujetinha o finado preferiu arriscar a sua vida.
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Tsala Muana ele trabalha na saude nao na defesa tinha toda razao de negar
Suriar Eduardo Alberto processado por qual tribunal? Se o tribunal encontra se cá em Moçambique esqueça isso...
Unay Cambuma Parece que o motorista chamava se Kofe.
Gosto339 minEditado
Marcelino Voabil Ofereceu se na boca do leão ; sendo civil mesmo se me tivessem levado cativo preferia que me matassem!
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Suriar Eduardo MARCELINO não é burrice não eles São levados a força e intimidados antes de ir a essas missoes ariscadas
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Alberto Pagari Etou falar em paises onde funciona os Orgaos de Justiça
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Denzel Yuri Dunfermkine Yaaaaa ,que pena primeiros socorros já era, só ficao pra os rangeres como tem inteligência, continuem a informar passo a passo tenho certeza que os parasitas vão disertar em massa
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Alberto Pagari Um dia que ira cair o regime do dia muitos irao se inforcar
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Amandio Sofrinho No minimo podia ir, mas sem farda militar!
Suriar Eduardo Aaaa ok. Mas aqui so tem a palavra apenas mas no terreno justiça nunca existio. Justiça so pra ladrao de galinha
Alberto Pagari Se fazem de obrigar
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Delelfina Pinto Alide Mas porque?
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Suriar Eduardo ALIDE pór egoismo apenas e so pensam apenas neles mesmos
Neclino Chaphata Triste acontecimento! Triste a postura da DPS-Tete, Triste a decisão que o Motorista tomou, quando tinha muitas opções ( Deserção), Triste situação que se vive no Pais!! nem precisavamos de chegar nesses extremos.

Alberto Pagari Pra mas tarde culpar a Renamo que matam os civis tudo a frelimo procura limpar as suas manchas nas vestes da Renamo
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Cristovão Charles Blue Axo k o motorista tinha poucax hipotesex, para negar trajar a farda,
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Suriar Eduardo Concordo com Cristovao

Cristovão Charles Blue Axo k o motorista tinha poucax hipotesex, para negar trajar a farda,
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Suriar Eduardo Concordo com Cristovao
Masú Martinho Martinho Unay não falha nada
Joao Jordao Jota Yah é verdade tenho um amigo de Tete k disse k conhecia o tal Sr era quase vizinho dele
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Ofece Deniasse Chania A Frelimo sempre obrigou o povo a fazr dsejos d camaradas, desde as machambas d povo e lojas d povo, coisas que nem ajudou o povo. Hoje a frelimo obriga um motorista a vestir fardamento militar, asim deixaram a familia d malogrado na dsgraça. Os malditos chefes d ministerio d defesa nem vao ajudar em nada a familia d malogrado.
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Ishmael Da Lnes Lampiao Unay Cambuma é verdade que o Guebuza fugiu???
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Edmo Cussaia Coitadinho desse motorista

PRM nega pronunciar-se sobre intolerância política


Que ocorre em Mazoe
…e membros da Renamo com medo de regressar à proveniência
A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Tete recusou-se a fazer quaisquer pronunciamentos em torno do desmandos protagonizados por membros e simpatizantes do partido no poder no distrito de Changara, alegando que o ambiente que se verificou nos últimos dias no posto administrativo de Mazoe não constitui nenhum tipo de crime.
Falando ontem ao Mulambe, o porta-voz do Comando Provincial da corporação nesta região do país, Luís Núdia, afirmou que os assuntos relacionados com as formações partidárias não cabem aos agentes da lei, ordem e tranquilidade públicas. “Escuso-me a falar deste assunto que tem a ver com partidos políticos. Aliás, não houve nenhum crime, porque, se tivesse havido, os colegas do Comando Distrital de Changara poderiam ter reportado para o Comando Provincial da PRM, o que não aconteceu e isto mostra que não tem indício de crime” – explicou.
De lembrar que, pelo menos, 117 pessoas abandonaram as suas residências e bens no posto administrativo de Mazoe, distrito de Changara, e declaram-se pertencentes à Renamo e, por esse motivo, têm sido vítimas das atrocidades perpetradas por membros do partido Frelimo naquela região da província de Tete. Esses cidadãos apresentaram-se no dia 17 do mês passado e acantonaram-se na sede provincial do seu partido, nesta cidade.

Com o andar dos tempos, conseguiram localizar familiares na cidade, e aí estão, até que a situação se altere.
Em declarações ao nosso jornal, aquelas famílias dizem que, por enquanto, não vão regressar à sua proveniência, porque prevalece o medo de serem agredidas e, até, serem mortas por membros e simpatizantes da Frelimo no posto administrativo de Mazoe, situação que, segundo suas palavras, não é de hoje e é do conhecimento das autoridades administrativas do distrito de Changara, que não tomam as devidas providências para que haja entendimento e harmonia entre apoiantes do partido no poder e os de outras formações políticas.
As 117 pessoas deslocadas de Mazoe, em princípio, tinham como pretensões de encontrar quem as apoiasse numa ida ao Malawi, para se juntar a outros mais de 12 mil moçambicanos que procuraram refúgio naquele país vizinho, depois de serem vítimas de atrocidades por parte de membros das Forças de Defesa e Segurança nos distritos de Moatize e Tsangano. (Domingos Parafino)
JORNAL MULAMBE – 12.04.2016

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