sábado, 23 de abril de 2016

Relembrando o Jornal Savana 1139: «Depois de mim o dilúvio». «“Não temos remorsos de governar com poucas divisas”»

Savana 06-11-2015
Governo regressa aos empréstimos do FMI

Por Ricardo Mudaukane e Argunaldo Nhampossa

Dez anos após ter visto anulada a sua dívida ao Fundo Monetário Internacional (FMI), o Governo moçambicano recorreu novamente ao dinheiro desta instituição, pedindo um empréstimo no valor de 286 milhões de dólares. O pedido da verba é mencionado no comunicado de imprensa que o FMI divulgou no fim da visita de uma missão da instituição, que, de 14 a 18 de Outubro, efectuou a 5ª Revisão do Programa de Instrumento de Apoio à Política (PSI, na sigla em inglês). “As autoridades moçambicanas e a equipa do FMI concluíram as discussões da Consulta do Artigo IV e chegaram a um acordo preliminar para a conclusão da quinta revisão ao abrigo do programa auxiliado pelo PSI. Por outro lado, eles chegaram a acordo sobre um quadro económico para 2017 que poderá ascender a cerca 286 milhões de dólares, ao abrigo da Facilidade de Crédito de Alerta (SCF, na sigla em inglês), sujeito à aprovação do Conselho Directivo do FMI, que se vai reunir em Dezembro de 2015”, refere a nota de imprensa. Ao abrigo do SCF, adianta o comunicado, “pretende-se que o apoio fi- nanceiro do FMI seja mais flexível e melhor delineado para responder às diversas necessidades de países de rendimento baixo, incluindo em perí- odos de choques ou crises”. A organização dá a entender que a janela de financiamento ao qual o Estado moçambicano recorreu acarreta juros relativamente mais baixos do que as outras linhas de crédito do FMI. Economia sólida, mas… Na sua 5ª Revisão ao abrigo do PSI, a avaliação da equipa do FMI considera que a actividade económica em Moçambique continuou sólida, mas reconhece que o país enfrenta novos desafios, que vão exigir uma acção política mais decisiva. O Produto Interno Bruto (PIB) vai atingir 6,3% este ano, contra as expectativas iniciais de um crescimento económico de 7,5%, e alcançará 6,5% em 2016. A inflação vai subir da estimativa de cerca de 2% este ano, para 5% ou 6% nos próximos meses, devido à depreciação do metical, situação que exigiu um ajustamento ao nível de preços administrativamente aplicados. De acordo com as projecções do FMI, a taxa de crescimento vai subir para 8% no período entre 2017 e 2020, devido às perspectivas positivas de investimentos massivos na indústria extractiva, especialmente no Gás Natural Liquefeito (GNL). De acordo com o FMI, Moçambique enfrenta desafios mais complexos no curto prazo, relacionados com os choques externos associados à queda de preços das matérias-primas, baixo crescimento nas economias dos parceiros comerciais e atrasos nos investimentos dos imensos recursos naturais. Por outro lado, políticas excessivamente expansionistas em 2014, sobretudo do lado fiscal, também são responsáveis pela difícil situação que Moçambique atravessa, destaca o comunicado. “As importações continuaram a crescer a um ritmo de 17% ao ano, enquanto as exportações estagnaram. Os fluxos de capital também declinaram substancialmente, comparados com o ano passado. Esta situa- ção criou pressões sobre o mercado de câmbios e causou uma descida acentuada nas reservas internacionais líquidas e a depreciação do metical”, nota aquela organização de Bretton Woods. Face ao cenário acima descrito, a equipa do FMI exortou as autoridades moçambicanas a adoptarem um pacote de políticas correctivas fortes para realinhar os compromissos que assumiram ao abrigo do PSI e trilhar por uma gestão que permita ajustes com a balança de pagamentos. As medidas, destaca a nota de imprensa daquela organização, devem incluir mais avanços no esforço de consolidação fiscal, visando a preservação da sustentabilidade da dívida e a promoção do ajustamento externo. As acções a desenvolver passam igualmente por medidas monetárias restritivas e uma moderação substancial na expansão do crédito, defende ainda o FMI. O FMI congratula-se com as medidas recentemente impostas pelo Banco de Moçambique, nomeadamente através de medidas monetárias menos expansionistas, numa alusão à subida das taxas de referência aplicadas pelo Banco Central moçambicano. “A missão acredita que o programa económico posto em prática pelas autoridades, associado ao pacote de políticas acordado, é forte e adequado para responder aos choques externos temporários que a economia moçambicana enfrenta, de momento”, lê-se na nota. O crédito é para aumentar o nível de reservas do país O director nacional de Coordenação Institucional e Porta voz do Ministé- rio da Economia e Finanças, Rogério Nkomo, nega a tese de que o pedido de crédito do governo ao FMI seja um resgate da economia nacional tal como se tem verificado noutros países que solicitam apoio a este organismo. Nkomo esclarece que o crédito visa estabilizar a balança de pagamentos que, por sua natureza, é deficitária, mas que se agravou com a deprecia- ção do metical. “O crédito é para aumentar o nível de reservas do país para realizar as importações. Não se trata de um crédito para financiar projectos”, explica. O porta-voz avança que a valorização do dólar face ao metical fez com que houvesse uma corrida feroz às compras da divisa norte-americana por parte dos diversos importadores, facto que reduziu a disponibilidade desta moeda no mercado nacional. Faz notar que a intervenção do FMI visa tapar este buraco de falta de disponibilidade do dólar no mercado nacional para assegurar as importações. Reconhece também que o maior problema do país é a falta de dólar. “Não estamos numa situação de ter cofres vazios. Temos metical, mas precisámos de dólar porque somos uma economia que produz pouco e consume muito de fora e precisamos de equilibrar a disponibilidade”, admitiu. Rogério Nkomo negou também que a crise de dólar do mercado nacional terá sido gerada pelo pagamento da primeira tranche da dívida da EMATUM estimada em cerca de USD 100 milhões. Precisou que o pagamento desta dívida foi com recurso às receitas do Estado e não houve nenhum empréstimo. Situação sombria No entanto, o pesquisador do Instituto dos Estudos Económicos e Sociais (IESE), Sérgio Chichava, diz que o país está numa situação extremamente difícil, porque a lógica internacional tem mostrado que se recorre ao FMI, em última instância para se financiar. Chichava sublinha que o recurso ao FMI é um indicativo de que os cofres nacionais não estão saudáveis, o que é agravado pelo avolumar da dívida contraída no mandato anterior (administração Guebuza) e que hoje podemos nos questionar o seu impacto no desenvolvimento do país. Segundo Chichava, o Estado contraiu muitas dívidas com infra- -estruturas duvidosas na expectativa de que os ganhos com os recursos minerais trariam divisas para pagar, mas o preço das commodities baixou drasticamente, o que esfuma todas as expectativas criadas. Aponta também mais dois factores crucias para que a economia nacional esteja de rastos e aumente a dívida. A conjuntura económica internacional, a não favorecer a estabilização da moeda nacional, visto que o dólar americano está em plena ascensão em relação a tantas outras moedas. Esta situação ganha mais espaço porque a economia nacional não é diversificada e anda a reboque dos recursos minerais. O segundo factor é o retrocesso do investimento directo estrangeiro no país nos últimos quatro anos devido à falta segurança. Aponta os raptos que levaram muitos empresários a abandonarem o país, a tensão político- -militar que também gera incertezas a muitos investidores o que também é aliado à falta de infra-estruturas para escoamento da produção para os mercados. Carlos Muianga, também pesquisador do IESE, considera o pedido de crédito ao FMI como um resgate à economia que se encontra de rastos. Muianga diz que esta situação deve- -se a dívidas como a da EMATUM e outras em infra-estruturas que não agregam nenhum valor a economia nacional. Nota que apesar da pressão económica a que o país tem de enfrentar, esta constitui uma oportunidade de modo a olhar a economia doutra maneira e fora do núcleo extractivo que goza de muitos benefícios fiscais e não permite gerar uma grande cadeia de valor no sector produtivo. A verdade é que os preços dos produtos de primeira necessidade no país galopam, à semelhança de um cavalo sem freio, e repercute-se no orçamento doméstico dos moçambicanos. Os transportes semicolectivos de passageiros preparam-se para agravar as tarifas, o que poderá resvalar em protestos de ruas nas principais urbes, caso a medida não seja acompanhada de almofadas para atenuar os bolsos dos mais desfavorecidos.

Não temos remorsos de governar com poucas divisas”

Afalta de divisas para alavancar os diversos projectos nacionais foi reconhecida semana passada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, durante a gala dos 20 anos do Millenium Bim, o principal banco comercial em Moçambique. “Não temos remorso de dizer que estamos a principiar um novo ciclo de governação com a menor disponibilidade de divisas que decorre também da redução dos níveis de ajuda externa ao nosso País”, reconheceu Nyusi. Segundo Nyusi, esta realidade não deve colocar o país em situação de desespero, mas pelo contrário é um desafio como dirigente e como país para elevar os indicadores de um desenvolvimento económico sustentável. Explica que esta situação deve- -se a factores de conjuntura doméstica e internacional, com destaque para a depreciação do metical face ao dólar que actualmente ronda os 45 meticais. Segundo Nyusi, este fenómeno não afecta somente Moçambique, mas também outras moedas tais como o euro, o Yen do Japão, o real do Brasil, o rand, entre outros que estão a ressentir-se da estabilização da divisa norte-americana. Mencionou as cheias que em cada princípio ano devastam culturas alimentares e infra-estruturas socioeconómicas, como factores que tem contribuído para a baixa produção e produtividades agrícola e pressiona as importações de bens de consumo e de capital. O estadista moçambicano refere que esta situação agravou ainda mais o défice da balança de pagamento que por si é estruturalmente deficitária, pois as importações subiram cerca de 17% contra um aumento de apenas 0,5% nas exportações tradicionais. Outra contrariedade é que o país regista uma maior saída de divisas do que entradas, acto que tem sido superado com recurso à ajuda externa. De acordo com Nyusi, isto significa que o país está a consumir mais do que produz e as consequências disso “vão se observar na menor disponibilidade de divisas no mercado cambial”. Destacou que só nos primeiros nove meses do presente ano, a dívida do país situa-se nos USD 251 milhões, contra USD 135 milhões em igual período de 2014. O chefe de Estado avança que apesar desta situação não animadora, o desempenho da economia nacional continua satisfatória uma vez que a infla- ção continua baixa e controlada, tendo em Setembro último atingido os 2,7% contra o objectivo de 5.5% ano e a média de 0,8%, contra a meta de 4%. O produto interno bruto do primeiro semestre foi de 6,3% abaixo dos níveis de 2014, mas dentro dos objectivos traçados para o presente que é de 7,5%. 

    VEJAM O QUE O GOVERNO DE MOÇAMBIQUE ESTÃO FAZER AO SEU POVO, SÃO AGORA 4 DIVIDAS
    • 850 MILHÕES DE DÓLARES DA EMATUM
    • 504 MILHÕES DE DÓLARES À PROINIDICUS
    • 535 MILHÕES DE DÓLARES MOZAMBIQUE SERVICE MANAGEMENT
    • 130 A 200 MILHÕES AO MINISTÉRIO DO INTERIOR

    Esta aqui na integra a reportagem passada pela RDP com informações difundidas pela Agência REUTERS
    “Este novo valor superior ao que o FMI tinha adiantado surge numa altura em Moçambique de acordo com REUTER entregou uma avalanche de documentos a instituição a maioria de dívida foi emitido a empresa estatais moçambicano os bancos Credit Suisse e VTB da Rússia, a fonte da REUTER adianta sem detalhes que o ministério do interior teve igualmente um empréstimo que era desconhecido concebido por um credor bilateral não identificado.
    No total estão agora em causa 4 empréstimos efectuados entre 2013 e 2014 o primeiro de 850 milhões dólares a empresa nacional de Atum, o segundo a Proindicus uma empresa ligado aos ministérios do interior e da defesa e ao serviço de secretos de estado no valor 504 milhões de dólares o terceiro empréstimo de 535 milhões de dólares efectuado a Mozambique Service Management uma firma de estado criado para construção de um estaleiro em Pemba e um quarto em préstimo ao ministério do interior agora revelado entre 130 a 200 milhões de dólares apesar do FMI ter para já essa certeza de que não foram declarados 1.35 mil milhões de dólares em divida fazendo as contas desse 4 empréstimos o valor ultrapassa os 2mil milhões de dólares”
    De acordo com um prospeto confidencial preparado pelo Ministério das Finanças de Moçambique e entregue no mês passado aos investidores em obrigações da Ematum, e a que a Lusa teve acesso na quinta-feira, o volume de dívida pública de Moçambique aumentou de 42% do PIB em 2012 para 73,4% em 2015.
    O rácio entre o valor da dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou de 42%, em 2012, para 52%, 56,6% e 73,4% da riqueza do país nos três anos seguintes.
    "A dívida pública total [incluindo a dívida interna, externa e a garantida pelo Estado] equivaleu a 56,6% do PIB em 2014 e deverá chegar aos 73,4% em 2015", lê-se no documento confidencial que os investidores em obrigações da Ematum analisaram antes de decidir trocar esses títulos por novos títulos de dívida soberana do país, no mês passado.
    Analistas ouvidos pela Bloombergs considera que escondida por Moçambique lembra a situação da Grécia pode levar as instituições financeiras a deixarem o pais cair em incumprimento, na próxima segunda feira CIP, IESE, OBSERVATÓRIO do meio RURAL , organiza em Maputo uma mesa redonda subordinada ao tema divida publica e suas implicações sócio econômico a ter lugar no Centro de Conferencia das TDM.
    Comments
    Nelio Matola Estas dívidas não acabam? Que vergonha.
    3 hrs
    Djibra Mussa Tanto dinheiro em curto espaço de tempo...


    Esse valor tirava os Moçambicanos da miséria....

    Me parece ser o fim da FRELIMO....😎😎😎😎

    3 hrs
    John Wetela Agora o povo come patas, e daqui a pouco passará a comer dedos das patas das galinhas
    43 hrs
    Djibra Mussa Unhas broo
    2 hrs
    John Wetela É insuportável devem sair esses
    3 hrs
    Assane Nacumbe Assane Fodas isso vai ao mal pior...

    Quem pode confiar mais na frelixo?

    3 hrs
    Zefanias Augusto Namburete É verdade isso! !!!!!????????
    2 hrs
    Gaspar Americo Gove Esse governo esta ser igual ao chefe de familia que vai buscar MULHIWA sem consultar a familia depois na hora de pagar o devolver esse MULHIWA toda familia e' obrigado ajudar.
    12 hrs
    Pedro Tungadza Sr maleiane ambição mata,já viu oque estas a caregar! Até ser falso o sr cerio
    12 hrs
    Loforte Chilaule Ja afundam os camaradas
    2 hrs

    Senhores PCA'S DA TVM, RM, PAREM DE PATROCINAR O ESPAÇO PÚBLICO COM G40 EM DEFESA DO REGIME DA. FRELIMO COM CUSTOS DOS NOSSOS IMPOSTOS.
    VAMOS PUBLICAR EM MAIO DIA 3 LISTA DE MAIS DE 90 JORNALISTAS PROFISSIONAIS DA TVM e RM QUE DEFENDE O PROFISSIONALISMO E NÃO ENCOMENDAS POLITICAS
    A TELEVISÃO E RÁDIO PÚBLICA DE MOÇAMBIQUE, estão sendo acusado como promotor da desordem democrática num estado de direito capturado por um grupo denominado G40, que colocam em causa um estado.
    Esses grupo sequestrou um estado no entanto o próprio grupo tornou-se nocivo ao seu próprio criador o governo da FRELIMO no entanto o G40 é vector para queda da FRELIMO.
    Os moçambicanos, denúncia que este grupo também capturou o actual presidente de Moçambique em defesa do sistema, no entanto os moçambicanos dizem que a TV's e RÁDIO Privado apesar do raio de cobertura não ser 100% nacional o povo está bem informado 
    Senhores gestores da TV/// e RM, será que estão acompanhar a evolução das mudanças políticas em MOCAMBIQUE, se o governo da FRELIMO cair, como vão ficar! não seria tempo desses órgãos públicos optarem pelo caminho da imparcialidade e transparência na difusão de conteúdo aliás porque não actuam com independência e profissionalismo?
    Se esses órgãos são veículos da difusão forçada do regime parem.
    Veloso Joanete Sem palavras,certo.
    8 hrs
    Álvaro Xerinda Viva revolução
    18 hrs
    Duarte Luis Emisoras socialisas, nao democraticas
    See Translation
    8 hrs
    John Wetela uns dos melhores G40 da praca reconhecidos, se caso a frelimo cair, o remedio entao, e demitir todos os jornalistas, ou afasta-los dos lugares so. continuarem com pao para as suas familias, nao seremos como eles que ate nem pao querem que tenhas.
    7 hrs
    Floriana Sousa Os melhores G40 da praca reconhecidos, já afirmaram sobre a situação da frelimo cair, o remedio entao, e demitir todos os jornalistas, ou afasta-los dos lugares so. continuarem com pao para as suas familias, nao seremos como eles que ate nem pao querem que tenhas.Em alguns momentos devemos agir tendo em conta o profissionalismo, o Moçambique é nosso e todos nós é que fazemos este Moçambique melhorar. Teremos está má imagem que alguns partidos políticos estão a construir sobre nossa pátria amada. 

    Se os profissionais da TVM E DA RAM, usarem o profissionalismo sem influência iremos melhor muito a informar que produzimos e a nossa recepção à essa informação será bebida da melhor forma possível. 
    Ponham a mão na consciência, o estado Moçambicano está doente, vamos mudar este senario. 

    Saudações

    27 hrs
    Eurico Nhassengo Meu caro e ilustre Joao Massango nos Mocambicano ou muito de nos nao consegue servir o estado, optamos por abdicar do servico ao estado em funcao do partido
    7 hrs
    Floriana Sousa Concordando com o caro Eurico Nhassengo, nos moçambicanos somos uma parte culpados. Optamos em ser submisso ao partido no puder, mas este senario pode mudar se nos começarmos a mudar. 

    Agora é o momento certo dessa mudança acontecer

    7 hrs
    16 hrs
    Ivan Maússe Esses canais de rádio e televisão funcionam através dos impostos pagos pelo povo, e no mínimo deviam defender os interesses deste mesmo povo através dos debates que promovem e dos comentadores ou analistas que convidam.


    A continuarem a representar os interesses de uma minoria política que rouba do povo e se esconde, é no mínimo ridículo. Queremos uma imprensa pública séria, imparcial e que informa e disperta o povo.

    25 hrs
    Ivan Maússe Parabéns pelo texto, Massango.
    15 hrs
    Agnaldo José Se o país está nesta decadencia, nesta crise, é por culpa destes senhores agitadores, os tais G40, são eles que apadrinham Guerras, roubos, sequestros, corrupção, porque eles também são corruptos.

    É urgente que sejam desmascarados e levados a barra justiça estes lobos... Sem vergonha.

    5 hrs
    Agnaldo José Os Senhores João Massango e Yacub Sibindy, têm vindo a nos surpreender com uma maturidade política em alto desenvolvimento... Se calhar por muito tempo faltou essa ousadia e ariscar mais... A nação agradece. Penso que vossa esperiencia na vida politica devia ser mais explorada na busca de soluções para o pais. Parabens por serem essas pessoas com atetude. Avanti o povo está convosco.
    25 hrs
    Agnaldo José O povo ja acordou.
    14 hrs
    Roberto Chambal O povo ta informado de tudo k se passa neste país,desde os G40 parcialidade dos medias estatais mas 1 dia isto vai acabar irmaõs
    5 hrs
    Florencio Cumbe Bem dito
    5 hrs
    Heelio Sive Marcos Meu caro e ilustre Massango esta no auge..sempre buscando o.melhor
    5 hrs
    Brito Nhamussucuma A bom tempo que já não vejo a TVM por causa dos lambebotas que passeia a sua classe nesta TV, saudades dos tempo que a TVM era realmente dos Moçambicano agora a TVM pertennce um grupo especifico de Moçambicano
    5 hrs
    Hamilton Baloy A mensagem chegou a quem é de direito
    4 hrs
    Mussá Taissone 1000 valores
    4 hrs
    Mussá Taissone Comenta lista do partido e empregados domésticos dos camaradas, analistas que se fazem de segos
    4 hrs
    Rogerio Antonio Numa sociedade organizada, a existência de grupos que aparecem nos órgãos públicos para vilependiar e banalisar a oposição, sem direito ao contraditório , seria motivos mais do que suficientes, para que os tais grupos, incluindo os responsáveis destes canais, fossem responsabilizados.

    O G-40 é nocivo para uma sociedade que se pretende democrática, bem haja Massango, por continuar incansavelmente a denunciar os tentáculos e os males do G-40.

    3 hrsEdited
    Gaspar Americo Gove Tantos anos na carteira pra nada,
    2 hrs
    António Janne Tony Jm Isso nem merecia continuar existir
    1 hr

    O BLOCO DA OPOSIÇÃO CONSTRUTIVA, ANUNCIA GUN, (GOVERNO DE UNIDADE NACIONAL) PARA SALVAR MOÇAMBIQUE.
    A Resenha democrática desde 1977,em Moçambique, deixa cada vez mais claro que ausência da reconciliação, a exclusão social e política mina o estado de direito democrático e hoje questionamos é essa independência ou democracia que queríamos?
    O GUN (GOVERNO DE UNIDADE NACIONAL) No contexto político, visa resgatar a confiança entre moçambicanos, no contexto económico visa resgatar a indisciplina e rombos financeiros protagonizado pelos sucessivos governos da FRELIMO.
    O Bloco da OPOSIÇÃO CONSTRUTIVA, distância-se dos que não obedece conceito democrático, o povo não confia no Carlos Agostinho de Rosário, que está agir em defesa do governo sem mandato democrático. Não devemos admitir dívidas avultadas sem chancela da ASSEMBLEIA DA REPUBLICA.
    Agnaldo José Foi a primeira ideia da Renamo regeitada pela Frelimo, vamos ver agora que bloco de oposicao construtiva propoe se vai passar
    Cristiano Manejo Duvido k passe.
    Cristiano Manejo Ilustre #Joâo_Massango,ate k a ideia é bem vinda,+ nâo se esqueça k levantaram essa guerra pra se evitar essa possivel criaçâo d#GOVERNO_d_UNIDADE_NACIONAL, na defesa dos intereces individuais dalguns camarada da elite.

1 comentário:

Anjos do Céu disse...

Mocambicano como é que é. ? Entregaram o rei de Gaza aos estrangeiros e agora. ...entregam o povo. Como é que é? Nem e escolas nem carteiras. ...nem hospitais. ...como é que é. ? Carregam água nem electricidade. ... como é que é. ? Renamo tem razão.

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