domingo, 24 de abril de 2016

O OBJECTIVO É DELINQUIR O ESTADO POR PARTE DO GOVERNO MOÇAMBICANO

COMUNICADO DA FMI, É UMA DECLARAÇÃO DE CONFISSÃO DO CRIME DE ABUSO DO PODER E DE RECONHECIMENTO DE TENTATIVA DE ESCONDER DÍVIDAS PÚBLICAS COM O OBJECTIVO DE DELINQUIR O ESTADO POR PARTE DO GOVERNO MOÇAMBICANO
Quando um infractor confessa o crime, será mesmo objecto de elogios?
Um criminoso governamental que sistematicamente esquiva à sua Assembleia da República, contraindo dívidas ilegais, será mesmo um objecto de carinho e elogios?
Esse comunicado emitido pela FMI, tem um sentido muito especial para à opinião pública nacional moçambicana!
A FMI, está a notificar aos moçambicanos à partir de um comunicado oficial que os ladrões do erário público, confessaram que existe dívidas ocultas que eles esconderam aos verdadeiros titulares da soberania moçambicana!
A partir deste comunicado, já não é difamação chamar de LADRÕES CLASSÍCOS e CONFESSOS aos governantes do anterior e presente governo!
Carlos Agostinho do Rosário, Primeiro Ministro do Governo da República de Moçambique ao aceitar pousar o seu nome neste comunicado, acabou de assumir oficialmente o título de LADRÃO que foi forçado a confessar o crime de roubo de coisa pública!
Acabou de confessar que o Governo e partido que ele representa são MEDIOCRES, em relação à articulação de poderes interdependentes num Estado de Direito e Democrático, como é o caso da submissão do Executivo à Assembleia da República em matéria ligada ao orçamento e dívidas externas!
Mediante essa confissão, chancelada pela FMI, o Bloco da Oposição Construtiva, concluiu que se a PGR, não agisse como um autêntico DEPARTAMENTO JURÍDICO DA FRELIMO, já teria à partir deste comunicado da FMI, material bastante suficiente para abrir um processo crime contra os dois últimos governos da Frelimo!
O Conselho Constitucional, à partir desse comunicado da FMI, também está provido de argumentos bastantes, para destituir o presente governo de ladrões e convocar novas eleições antecipadas!
Os mais de 23 milhões de moçambicanos, vítimas desse roubo, assim como os parceiros financeiros internacionais, acreditam que quaisquer negociações no futuro sobre processos de dívidas e financiamentos ao país, o interlocutor válido já não é o actual governo, devendo se eleger um novo executivo descomprometido com escândalos financeiros para representar o país!
GUN ou ELEIÇÕES ANTECIPADAS qual é o caminho mais curto?

"Moçambique tornou-se alvo de descrédito e chacota" -- economista


O economista e investigador moçambicano António Francisco considera que a recente descoberta de avultadas dívidas não declaradas pelas autoridades moçambicanas tornaram o país num caso de "descrédito e chacota" e terá um efeito negativo na economia do país.
"Só um otimismo cego, alguém que se comporte como se soubesse que as coisas nunca acabarão mal por pior que elas estejam, poderá entreter a ideia com a que num quadro desses a economia nacional está no bom caminho", considera António Francisco, investigador do Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) de Moçambique.
Os valores da dívida escondida, prosseguiu o académico, podem alterar significativamente a análise da macroeconomia moçambicana e nem o Fundo Monetário Internacional (FMI) está, de momento, em condições de dimensionar o seu impacto.
"Aguardo com ansiedade pelas próximas informações e avaliações que o FMI certamente partilhará. Aliás, muita gente irá aguardar com ansiedade e curiosidade, por várias razões", enfatizou António Francisco.
Segundo o académico moçambicano, antes das recentes revelações sobre dívidas escondidas, as reservas internacionais líquidas moçambicanas já tinham sido abaladas pelos 850 milhões de dólares garantidos pelo Governo moçambicano a favor da Empresa Moçambicana de Atum (Ematum).

"Estamos perante um crédito espantoso, alegadamente para compra de barcos de pesca de atum, mas vamos para três anos e os tais barcos continuam parados no porto sem produzir nada", observou.
Depois da "trapalhada", continuou o académico, até prova em contrário, o país tem motivos para suspeitar que se está perante um exemplo escandaloso de crédito para fins não produtivos, altamente especulativo, inconstitucional e provavelmente fraudulento.
O académico defende os moçambicanos vão ter de ter de esperar para terem a certeza de que não existem outras dívidas não reveladas, incluindo em algumas das empresas públicas, depois de o Governo ter reconhecido uma dívida ocultada acima dos mil milhões de dólares.
O Wall Street Journal noticiou no final de março um empréstimo de 622 milhões de dólares à empresa estatal Proindicus, contraído em 2013 através dos bancos Credit Suisse e do russo VTB Bank, que terão, aliás, convidado os investidores a aumentarem o valor para 900 milhões, um ano depois.
Na terça-feira, o Financial Times revelou que o Governo de Moçambique autorizou um outro empréstimo de mais de 500 milhões de dólares a uma empresa pública.
No mesmo dia, o primeiro-ministro reuniu-se com a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, e, segundo um comunicado da instituição financeira, reconheceu a existência de um valor superior a mil milhões de dólares da dívida externa de Moçambique que não tinha sido comunicado.
De acordo com um prospeto confidencial preparado pelo Ministério das Finanças de Moçambique e entregue no mês passado aos investidores em obrigações da Ematum, e a que a Lusa teve acesso na quinta-feira, o volume de dívida pública de Moçambique aumentou de 42% do PIB em 2012 para 73,4% em 2015.
O rácio entre o valor da dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou de 42%, em 2012, para 52%, 56,6% e 73,4% da riqueza do país nos três anos seguintes.
"A dívida pública total [incluindo a dívida interna, externa e a garantida pelo Estado] equivaleu a 56,6% do PIB em 2014 e deverá chegar aos 73,4% em 2015", lê-se no documento confidencial que os investidores em obrigações da Ematum analisaram antes de decidir trocar esses títulos por novos títulos de dívida soberana do país, no mês passado.
PMA (MBA/HB/FOS) // PJA
Lusa – 23.04.2016
Gulumba D. Mutemba FMI é uma comédia,quer continuar a aliar se com a Frelimo para nos roubarem.
O caminho mais curto senhor Yá-qub Sibindy são as eleições antecipadas,mas como a Frelimo não democrata,o melhor caminho é GUN,mesmo que seja longo.

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Cadu Moreira Eu também duvidei muito da autenticidade daquele documento do FMI devido ao seu conteúdo protecionista ao nosso governo, a dizer que só o facto de Moçambique ter reconhecido a existência da outra dívida, já é um passo para a restauração da confiança entre as partes kkkkkkkkkk alguém te roubar e ser neutralizado, apenas pedir-te desculpas e depois lhe dizer que "eu te perdoo mas sem no entanto me ressarcir o que me roubou!!! kkklkkkkkkkkk
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Sergio Condelaque Freitas Meu caro Cadu Moreira em que Ilha tu vives....???
Peço para interpretar e calcular

A soma dos três algarismos dum número é 20. O algarismo das unidades é a 4ª parte da soma dos outros dois.
Determine o número,sabendo que excede em 495 o número que se obtém invertendo a ordem dos algarismos.

NB:se realmente entendes de números.
Domingos De Sousa Duarte Mas este comunicado não está autenticado, não tem assinatura e nem carimbo da entidade emissora! Será de que é fiável?
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Sergio Condelaque Freitas Meu caro Domingos em que Ilha tu estás...???
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Gulumba D. Mutemba Não tem nada a ver com o lado nenhum,apenas é uma observação que ele fez,acho eu.
Um documento sem nenhuma autenticacao é inútil,o que pode significar a fuga do comprometimento,ou uma cumplicidade entre frelimo e FMI.

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Domingos De Sousa Duarte Caro ilustre Sergio Condelaque Freitas em documentos desse género, tem de estar devidamente carimbado e assinado pelo emissor, ou seja, pela entidade que mandou publicar o documento. Sabias que qualquer pessoa pode forjar um documento desses, e publicar nas redes sociais só para medir à pulsação das pessoas ou desviar a atenção dos demais?
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Miguel Rosario Esses ja forao coronpidos ,com promesa de esplorarem os nossos recursos minerasis,cade a nossa dignidade como Mocambicanos,juro que a nossa patria foi vendido .
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Rodrigues Viagem Seria melhor eleições antecipadas

Comments


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THIMBUINE said...

Muito obrigado sr. economista Antonio Francisco. Não espere nada. Absolutamente nada! Tenho vindo a repetir esta minha visão, o ocidente acompanhado por tal FMI, Banco Mundial e sua malta são padrinhos dos regimes totalitários, corruptos em África. São esses organismos que empobrecem a África. São amigos de corruptos e ladrões. Muito triste. Mas é verdade! Não há nenhuma responsabilização dos governos. O povo já não acredita e não confia nessas instituições. São contraditórios. O problema de Moçambique deve ser resolvido pelo povo moçambicano. FMI, Banco Mundial e os tais parceiros e amigos de Moçambique, a vossa atitude é muito errada. Não ajuda os corruptos a tomarem consciência dos seus actos. Porque empobrecem a África? Porque apadrinham ladrões? Será mesmo do camarão e 2M ou Manica que são servidos quando cá estão, e isso amolece o vosso coração?

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