sexta-feira, 22 de abril de 2016

EI realiza 10 ataques com armas químicas, diz fonte


De acordo com as descrições dadas pelos membros das forças curdas, os terroristas têm usado cloro ou, talvez, gás mostarda, ambos proibidos por leis internacionais para uso em guerra
Por Redação, com Sputnik Brasil – de Beirute:
Os jihadistas do grupo terrorista Daesh (autodenominado Estado Islâmico) realizaram 10 ataques com armas químicas contra posições curdas no norte do Iraque nas últimas seis semanas, segundo relata o The Telegraph.
De acordo com as descrições dadas pelos membros das forças curdas, os terroristas têm usado cloro ou, talvez, gás mostarda, ambos proibidos por leis internacionais para uso em guerra.
O ex-coronel do Exército britânico Hamish Bretton-Gordon, que atualmente assiste no treinamento dos combatentes curdos conhecidos como Peshmerga no Iraque, confirmou ao jornal que os militantes do EI “possuem armas químicas em posições avançadas e estão felizes em usá-las”.

Força sírias

As forças sírias passaram o ponto de viragem na luta contra o terrorismo, disse o primeiro-ministro da Síria, Wael Nader al-Halki.
– As forças sírias passaram o pico qualitativo da vitória na luta contra o terrorismo. O governo do país está lutando contra o terrorismo com uma estratégia unida – disse al-Halki em uma entrevista.
De acordo com as descrições dadas pelos membros das forças curdas, os terroristas têm usado cloro
De acordo com as descrições dadas pelos membros das forças curdas, os terroristas têm usado cloro
A Síria está em guerra civil desde 2011, com as forças governamentais lutando contra as inúmeras fações de oposição, incluindo as forças “moderadas” apoiadas pelos países ocidentais e contra os grupos terroristas Estado Islâmico e Frente al-Nusra.
A cessação das hostilidades na Síria entrou em vigor em 27 de fevereiro para facilitar o acesso humanitário a todas as áreas sitiadas, entre outros objetivos. Entretanto, o cessar-fogo não foi reconhecido nem é aplicado pelos grupos terroristas EI e a Frente al-Nusra.
A Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar, a França e o Reino Unido tentam destruir a infraestrutura e a economia da Síria armando os terroristas, declarou o primeiro-ministro sírio, Wael Nader al-Halki, em uma entrevista à agência RIA Novosti.
– Nós vemos que a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar e os países ocidentais não têm o real desejo de promover a pacificação na Síria; mas, pelo contrário, contribuem à escalação da atividade terrorista – disse al-Halki.
Segundo ele, durante a semana passada mais de 5 mil militantes atravessaram a fronteira turca para as províncias de Aleppo e de Idlib.
– Mas graças às forças sírias, ao povo e às autoridades, encabeçadas pelo presidente Bashar Assad, bem como aos amigos, primeiramente à Rússia, e ao presidente Putin pessoalmente, nós atingimos o êxito. A nossa resistência organizada não permitiu fazer da Síria um perdedor. Lutamos contra o terrorismo mundial, onde seja que for na Síria. Primeiramente, contra a Frente al-Nusra e o Estado Islâmico – destacou o chefe do Gabinete sírio.
Desde 30 de setembro de 2015, a Força Aeroespacial da Rússia tem conduzido ataques aéreos exatos contra alvos do EI e da Frente al-Nusra (ambos os grupos são proibidos na Rússia) na Síria.
Desde 27 de fevereiro o país fica sob o regime de cessar-fogo. Embora a maior parte do contingente russo já estiver retirada, os aviões e helicópteros restantes continuam assestando golpes contra posições dos terroristas.

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