terça-feira, 19 de abril de 2016

À Frelimo não vai ganhar a guerra contra a Renamo e terá que negociar duma forma humilhante!


A DECADÊNCIA DA ARROGÂNCIA DO REGIME DA FRELIMO! 
FOGO CRUZADO: 
1 - DLHAKAMA FEROZ NO MATO, 
2 - FMI, APERTA O CERCO À CORRUPÇÃO, ROUBOS E ABUSO DO PODER e, 
3 - A OPOSIÇÃO CONSTRUTIVA DESPERTA À OPINIÃO PÚBLICA URBANA A DIZER NÃO À ESCRAVATURA DE GUEBUZA
1 - Frelimo, provocou uma guerra que não conseguiu ganhar num abrir e fechar de olhos - falhou o plano savimbinista! À Frelimo não vai ganhar a guerra contra a Renamo e terá que negociar duma forma humilhante!
2 - À opinião pública urbana, está a humilhar à arrogância dos governos da Frelimo, denunciando dívidas públicas secretas, cujo valores foram desviados para financiar às empresas privadas, desculpando em nome da Guerra que é contestado totalmente pelo povo moçambicano!
3 - Os parceiros internacionais estão a apertar e denunciar todos roubos que à Frelimo protagonizou em nome do Estado com intenção de má fé para responsabilizar os moçambicanos à pagarem dívidas que foram parar nos bolsos dos governantes!
A vaca leiteira já secou! A FMI, era tido como vaca leiteira para alimentar os governantes da Frelimo que durante os últimos 40 anos, nunca se preocuparam de desenvolver uma indústria, pelo menos agrícola para produzir receitas próprias afim sustentar o orçamento do Estado!
O Governo da Frelimo ainda vai continuar com o espírito de arrogância e desprezo das instituições do Estado de Direito e Democrático?


Angela Merkel disponível para contribuir para paz em Moçambique

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse hoje em Berlim, numa conferência de imprensa conjunta com o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, que a Alemanha está disponível para apoiar o restabelecimento da paz em Moçambique.
“Vamos ver que canais podem ser aproveitados para melhorar as possibilidades de diálogo e claro que isso tem de ser levado a cabo pelos representantes do Governo e da Renamo”, afirmou Merkel, após um encontro com o chefe de Estado moçambicano, que iniciou hoje uma visita oficial de dois dias à Alemanha.
A chanceler alemã considerou ser “muito importante” que o Presidente moçambicano se mostre pronto para o diálogo, assegurando que os governos de Berlim e Maputo vão prosseguir os contactos, envolvendo também a União Europeia.
“Vamos continuar em contacto e intensificá-lo, também ao nível europeu, e ver onde é que a Europa pode dar o seu contributo”, declarou Angela Merkel, ao lado de Filipe Nyusi, que tem previstas reuniões em Bruxelas com os titulares das principais instituições europeias na quinta-feira.
Moçambique vive um período de instabilidade política e militar, marcada pela exigência da Renamo em governar nas províncias onde reclama vitória nas últimas eleições, que considerou fraudulentas.
Os últimos meses foram marcados por um agravamento da crise, com registo de confrontos entre Forças de Defesa e Renamo, denúncias mútuas de raptos, assassínios e ações de intimidação, e emboscadas nas principais estradas do centro do país, atribuídas pelas autoridades ao braço armado da oposição.
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, encontra-se algures na serra da Gorongosa, um bastião do seu partido, e condiciona a retoma do diálogo à mediação da União Europeia, África do Sul e Igreja Católica.
Após o encontro hoje em Berlim com a chanceler alemã, o Presidente moçambicano reafirmou a sua disponibilidade para o diálogo com a Renamo, estabelecendo uma relação entre o investimento no seu país e a estabilidade.
“Os investidores são exigentes e uma das coisas que exigem em primeiro plano é a paz, a tranquilidade e a segurança para ver se os seus investimentos são sustentáveis e duradouros”, declarou Filipe Nyusi, acrescentando, que, “com a paz tudo pode acontecer”.
Elencando como setores prioritários a agricultura, turismo, infraestruturas e energia, o chefe de Estado moçambicano afirmou que não pretende “dar o espaço de um centímetro de desordem e insegurança para que os investimentos possam fluir”.
Nyusi observou “Moçambique é um pais que tem muito por explorar” e destacou também o potencial das relações com a Alemanha, que “tem muito conhecimento, muita tecnologia e ciência”.
O setor agrícola foi destacado igualmente por Angela Merkel como uma área em que a Alemanha pode aumentar a sua cooperação, referindo-se também ao setor privado.
“As empresas alemãs estão interessadas em projetos de longa duração em Moçambique e num aproveitamento dos recursos naturais com base nos bons critérios de exploração dessas matérias”, assinalou a chanceler alemã.
Além da crise política e militar, a economia moçambicana está a ser abalada por uma forte desvalorização do metical, subida da inflação e diminuição das exportações, acompanhada pela redução da ajuda externa e do investimento estrangeiro.
Apesar de ser um dos principais parceiros internacionais na cooperação com Moçambique, em 2015, o número de projetos aprovados de investimento alemão em território moçambicano foram pouco expressivos.
No ano passado, a Alemanha saiu do grupo de países doadores do Orçamento do Estado moçambicano, canalizando o seu apoio de forma bilateral para outros setores, num volume estimado em 60 milhões de euros anuais.
Em novembro, o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Frank-Walter Steinmeir, visitou Maputo e lamentou que, apesar de África ser uma prioridade para o seu país, não haja mais ações concretas, prometendo que ia trabalhar para melhorar a imagem do continente e valorizar “uma relação de igual para igual”.
Fonte: Lusa

Sem comentários:

Windows Live Messenger + Facebook