segunda-feira, 14 de março de 2016

FIR acusada de raptar um membro da Renamo




Um madeiro foi raptado na manhã de sábado (12) por supostos homens das Forças de Intervenção Rápida(FIR), no distrito de Nicoadala concretamente no Posto Administrativo de Licuar. Trata-se de Isaías Rondinho, um madeireiro que pratica suas actividades no distrito de Morrumbala.
Esta informação foi nos facultada por Tito Isaías, filho da vítima neste domingo, em conversa com a nossa redacção. O filho conta que tudo começou quando a vítima foi à casa do seu colega de trabalho para pedir por emprestado uma bateria para fazer o uso na sua viatura, quando foi surpreendido com oito homens supostamente da FIR, altamente armados numa viatura Mahindra que o levaram para um lugar até agora incerto.
O que pode estar por detrás deste suposto rapto?
Isaías Rondinho, o sequestrado, foi militar nas fileiras da Renamo na guerra dos 16 anos e teve reputação notória na guerrilha. Aliás era conhecido com o nome de “tira camisa”.  Olhando para o actual cenário político do país, o filho da vítima diz que não ter dúvidas que esta pode ser a maior motivação.
Porém, a fonte fez saber que actualmente o pai não era apoiante de nenhum partido e muito menos homem da Renamo, pois, segundo disse, tem estado a dedicar seu tempo nos seus trabalhos de madeireiro.

Atemorizar, denegrir, e depois o quê?

Canal de Opinião por Noé Nhantumbo
Em Moçambique acontece de tudo e mais alguma coisa.
Gente preocupada com o desenrolar dos acontecimentos e com o posicionamento de outras pessoas tem vindo a utilizar as redes sociais para fins inconfessáveis. No Facebook, há os que se revezam insultando e atentando contra o bom nome dos outros. Querem fazer que uns são meros moleques e que eles são os defensores da pátria, quando se sabe que a única coisa que defendem são as mordomias e suas contas bancárias.
A última que chegou é a de que existe uma lista de moçambicanos que se teriam reunido com um especialista em inteligência estrangeiro com o objectivo de organizar o que chamam “guerra psicológica”.
Ora, estranhamente, nessa lista constam vivos e mortos. Vicente Ululu, antigo secretário-geral da Renamo, já falecido, é colocado como participante nessa alegada reunião que teria ocorrido no dia 20 de Fevereiro na Beira.
A mediocridade dos mensageiros é tal que até utilizam mortos para atingirem os seus objectivos.
É preocupante que compatriotas desesperados e desnorteados optem pela via da sementeira do ódio.
É preocupante que gente com responsabilidades políticas, governamentais e sociais escolha a via suja do assassinato de carácter para brilhar na vida socio-económica e política.
Seja a título privado, individual ou respeitando instruções de quem quer que seja, uma coisa tem de ficar clara para todos: não inventem inimigos onde eles não existem.
Não há inimigos figadais em Moçambique. Existem percepções diferentes das e sobre as coisas.
Agora que o pluralismo político é oficial, alguns ainda entenderam que a coabitação é a única alternativa válida para todos. Pensar diferente não é ser inimigo.
Quando se começa a criar fantasiosamente reuniões que jamais tiveram lugar, só pode ser por desespero doentio e grave.
Alguns dirão que é algo sem importância, mas lembremo-nos de que foi depois de ataques verbais na comunicação social e nas redes sociais que algumas pessoas acabaram assassinadas.
O PR, a PGR, a PRM, o Governo de Moçambique precisam fazer muito mais para assegurar que se parece com a barbárie que aos poucos vai tomando conta da situação no país.
Compreende-se que, para determinadas pessoas, tudo se reduz a uma questão de enriquecimento sem olhar a meios, e que nesse processo procurem tirar do caminho quem supõem que atrapalha a sua caminhada para o fausto, o luxo e contas bancárias gordas.
Os recursos naturais de Moçambique estão ficando amaldiçoados pela ganância descomunal de algumas pessoas.
Sem que os moçambicanos se empenhem realisticamente na construção de uma pátria em que todos os seus filhos existam com os seus direitos políticos e económicos respeitados e garantidos, é uma utopia falar de nação.
Quem cobardemente incentiva o ataque contra compatriotas através de alegações absurdas, é um perigo para a segurança das pessoas visadas.
Os mentores de listas falsas são pessoas concretas que procuram mostrar serviço a alguém.
Defender a solução dos diferendos no país é responsabilidade de todos os moçambicanos, e não é a troca de insultos ou o jogo baixo que vão ajudar a encontrar soluções.
É preciso desmascarar e denunciar os promotores da violência e os que encobrem a verdade dos factos.
Aparentemente existe uma equipa interessada e engajada na desinformação assim na elaboração de relatórios falsos.
Quando este tipo de informação chega aos órgãos que tomam decisões, induzem a erros graves que minam a concórdia.
É preciso repetir que não há inimigos, mas, sim, moçambicanos em Moçambique. Uns são de raça diferente, outros de tribo diferente, outros de partido político diferente, outros de orientação religiosa diferente, mas todos igualmente moçambicanos.
É preciso ir à génese dos problemas que temos e assumir que são nossos e buscar formas novas de solução dos mesmos.
Não vale a pena repetir que os outros é que são o problema. (Noé Nhantumbo)
CANALMOZ – 14.03.2016
E esta agora? A equipa do Governo escalada para Tete diz que não houve abusos das ‪#‎FADM‬..."(...) A ‪#‎Renamo‬ é que o fez..." - A Human Rights Watch (HRW) e os moçambicanos no Malawi dizem o contrário.
PS: A respectiva equipa do Governo preferiu escolher os povoados por onde quis fazer tal investigação, o que mostra total parcialidade.
PS1: Para trazer a verdade disto deve-se parar de criar equipas parciais e trazer uma investigação paralela e sem políticos no meio.
Meque Magira Cagadas só! Só enganam aquele cego que não quer ver.
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Aguinaldo Chidudu hahahahaha então qual é a sua ideia caro Dércio?
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Manuelcambala Cambala Triste uki ouvimos ! Pessoas instrumentalizadas , alguns até dizem que são preguiçosos és a razão que os levou a se refugiarem no vizinho Malawe ! Só posso lamentar ...
Valente J. L Nhampalela Concordo absolutamente e o povo só cala mas, já passou o tempo de ser enganado.
Dércio Tsandzana Aguinaldo Chidudu, a minha ideia está no PS1.
Isac Tivane Já nem sei se a verdade prevalecera ou a dita revolução unay cambumiana triunfara! Só sei que tudo xta confuso!
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Euclides Da Flora o governo faz coisas boas e más! em todo mundo isso acontece
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Igidyo Soucoupe Sevene Mas também no meio dessas equipas paralelas sem políticos, corremos o mesmo risco de ter investigadores pró-oposição e que também trazem parcialidades nos seus relatórios. Este conflito está a ser instrumentalizado por todos lados, dependendo do interesse de cada grupo.
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Caetano Morais E o resultado da investigação saiu na hora e no local ainda na recolha de dados (se houve ).
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Mubutu Mubutu Trata-se dum relatório lavado...fim de citação.
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Maria Manjate Conhecendo bem este governo o k aconteceu foi o seguinte:

Mandaram uma equipe antes para organizar todo aquele espectaculo protagonizado por Veríssimo e sua equipe.
MULHERES SAQUEADAS PELAS FDS NO TROXO BEIRA-INHAMINGA-MARROMEU.

As FADM intensificam exercicios de saques de bens dos utentes que se fazem as estradas com maior incidencias para as da zona centro pais.


Segundo denuncias de uma mulher que ontem domingo(13/03) com a sua viatura particular, fez o trajecto Beira-Inhaminga- Marromeu, conta que viu-se forcada a obedecer o sinal de paragem emitido pelos agentes das tropas da frelimo e de seguida foi lhe exigida um valor de 700Mt como condicao para que fosse liberada e seguir sua viagem alegando que valor ora exigido serviria para a compra de um saco de arroz. De acordo com o depoimento daquela mulher, a sua soltura so foi possivel apois ela tirar o referido valor e conta ainda que para alem do saque foi tambem alvo de varias ameaxas de morte e torturas psicologicas perpetradas pelas FDS.
Tomas Humbe Sao caes sem donos esses,e de lamentar a situacao
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Mario Mapiliao Vasco pra onde vamos kem deveria nos defender sao primeiro a cometer nem kero imaginar os outro..
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Neclino Chaphata Cada dia que passa, vão surgindo novas provas claras, da violação dos Direitos Humanos por parte do Governo de Moçambique, através das FDS, UIR.



Veremos qual será o desfeixo dessa situação, quem na verdade será levada a barra do TPI, se for para levar.
Dércio Tsandzana

2 h

“Ainda sobre os deslo-refugiados*..."

O nome com que se pode atribuir aos cidadãos moçambicanos pouco importa, pois, o seu sofrimento suplanta qualquer semântica com que nos batemos desde que eclodiu a crise no Malawi.

O que mais espanta em tudo isso é a forma como o assunto está a ser tratado pelo Governo de Moçambique e pela media estatal (Rádio MoçambiqueTVM - Televisão de MoçambiqueJornal Notícias e Jornal Domingo), mas isso não quer dizer que os outros órgãos sejam os mais coerentes e certos, depende das lentes que usamos para ler os factos.

Se por um lado encontramos um Presidente da República e o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação a defender que é preciso cuidar dos moçambicanos no Malawi independentemente das suas origens ou cores partidárias, encontramos ao nível mais baixo o senhor Paulo Awade e o senhor Joaquim Veríssimo a desmentir tudo e mais alguma coisa.
É incrível a (má)comunicação que se exerce dentro do mesmo governo e sobre o mesmo assunto. O que vimos ontem da equipa do Governo que se deslocou a Tete foi o revelar de resultados tendenciosos, parciais e manipulados se partirmos do pressuposto que não foram visitados todos os locais visados pelo conflito e suposta violação de Direitos Humanos.
Ficou evidente como o senhor Veríssimo engasgou-se e tropeçou diante das perguntas que lhe foram colocadas pelos jornalistas.
E mais, encontramos um Jornal Domingo que na sua última edição refuta completamente o relatório da Human Rights Watch e um Jornal Notícias que hoje (14.03) dá eco em grande título que não há violação de Direitos Humanos em Tete.
Não quero aqui chamar culpados nisto, pois, nenhum Governo gosta de ter refugiados porque seria o assumir oficial da guerra. Contudo, não me parece que aquelas pessoas que estão no Malawi sejam tão ingénuas chegando ao ponto de se refugiar em Kapisse sem nenhum motivo e que os seus relatos sejam todos encomendados.
Alguma coisa existe e esperamos agora pela Comissão Nacional de Direitos Humanos - Moçambique que já se encontra no local.
*descolados+refugiados = deslo-refugiados
Eu não chamaria relatório do governo sobre a questão de atrocidades contra as populações em Tete, aquilo foi um verdadeiro teatro mal encenado pelo vice ministro da justiça.

Mal soube responder às questões colocadas pelos jornalistas que tinham evidências claras de que as FDS são autores materiais das atrocidades contra as populações em Tete.

A minha unica esperança esta na equipa do Custódio Duma. Espero que tragam a verdade.
Jainito Pedro As fdsm sao d governo e nao pode ser o mesmo governo a investigar. Nao espero muito da comissao d direitos humanos por o Custodio Juma ser partidario. Acho a liga dos direitos hunanos é k poderia ser util.
Jeque Vara Esse relatorio serviria na decada 80, na altura tinhamos Xirico, e televisores a preto e branco, agora estamos em 2016
Baptista Cumbane Delfina Cupensar ( minha colega de formação), sei que estiveste no grupo de jornalistas que acompanhou a dita comissão do governo. O que tens a dizer sobre o que constataram no terreno?
JR Agogo O melhor relatório é oque a mídia apurou quando o governo dizia que não eram refugiados, aquilo que o próprio povo conta sem pré-instrumentalizaçao. O povo conhece quem os maltratou, pilhou suas riquezas.
5 hEditado
Caetano Maria Chuva Assim esperamos
Caetano Maria Chuva Yap, por acaso Jainito olhando por este lado faz todo sentido.

Nenhum Governo gosta de ter refugiados porque seria o assumir oficial da guerra. Contudo, não me parece que aquelas pessoas que estão no Malawi sejam tão ingénuas chegando ao ponto de se refugiar em Kapisse sem nenhum motivo e que os seus relatos sejam todos encomendados.

NÃO TIRO MEU CHAPÉU PARA O GOVERNADOR DE TETE

Centelha por Viriato Caetano Dias (viriatocaetanodias@gmail.com ) 

“É verdade que muitos eleitos não estão lá por mérito reconhecido, mas só por terem feito o tirocínio nas 'jotas' dos respectivos partidos” Pe. Manuel Maria Madureira da Silva. 

E u não tiro meu chapéu para o governador de Tete pelas seguintes razões: é um governador politicamente fraco que faz retroceder o desenvolvimento da província. É um governador que insulta o seu próprio povo. Um povo em nome do qual fala e pelo qual faz tão pouco. Um governador nefelibata. O governador de Tete é um homem sortudo, mesmo depois de tanta aberração contra o seu próprio povo, ainda permanece no cargo. É dos mais afortunados governadores do país, por estar a governar uma das mais ricas províncias do país em termos de recursos minerais e energéticos. Paradoxalmente, Tete é uma das províncias mais pobres do país. Coitado da minha gente, não tem eira nem beira. 

Estive em Tete em Novembro último e fiquei profundamente desiludido com o agachar da província do ponto de vista económico e social. A pobreza grassa por toda a parte. As pequenas e médias empresas fecham portas todos os dias por insolvência. O desemprego atingiu caudais elevados de que há memória. Dezenas de milhares de pessoas encontram-se a viver em situações precárias, sem água potável e sem uma ramada para albergar suas urnas carnais. O precioso líquido chega com restrições, o mesmo acontece com a energia eléctrica. As instituições públicas funcionam mal, caracterizado pelo péssimo atendimento e cobranças ilícitas. A prostituição prolífera e os responsáveis para mitigar o vírus da SIDA permanecem em estado dormente. A falta de estratégias de desenvolvimento faz com que zonas tradicionalmente agrícolas como Angónia, Tsangano, Macanga, Zumbo, Marávia, Mágoè, Changara, Zobué, tenham sido transformadas em locais desérticos. As vias de aceso parecem pistas de aterragem de bombas nucleares. Os reassentados pelas mineradoras são tratados como andrajosos. A ausência de políticas de incentivo ao turismo, somada à crise político-militar, faz de Tete um destino não recomendável. Se realmente o executivo prestasse tanta atenção ao turismo, outra sorte teria a província de Tete. Talvez estivesse hoje no pódio do desenvolvimento nacional e, quiçá, mundial. As populações vivem recebendo injecções de esperança de um futuro tardio. Em cinco anos, Tete andou devagar, devagarinho e parado. E continua firme nesse rumo da hecatombe.

A estes problemas juntam-se à falta de bancos em locais estratégicos, onde a população continua a enterrar dinheiro. É o metical que se perde, porque o governo provincial não é capaz de identificar prioridades. O executivo de Tete, perante esse cenário desolador, nada faz para inverter a situação. Gere-se querelas políticas em lugar da administração pública. Creio que o governador, apercebendo-se do fracasso do seu executivo, tenha optado em lançar farpas contra os seus governados. É da natureza humana esta sentença: somos paternalistas dos erros que cometemos e a melhor forma de defesa, reza o ditado popular, é o ataque. Ataque contra quem? Contra o seu próprio povo!!! 

O jornal MULAMBI (editado na cidade de Tete) do dia 9 de Março de 2016 tem por título “Governador de Tete poderá ser julgado”. Em causa está o uso indevido de viaturas de Estado. Para ser mais exacto, transcrevo na ínte-gra o texto introdutório: “O governador da província de Tete, Paulo Auade, poderá sentar no banco dos réus, pois, está provado e ele próprio admite que usou bens do Estado para fins pessoais. Mais precisamente, mobilizou três viaturas e pessoal do Estado para acompanhar sua filha ao Zimbabwe, aonde foi continuar com os estudos.” A ser verdade esta informação, o governador está desafiante e nem dá mostras de arrepiar caminho. 

Como natural de Tete e vergôntea de um dos guardiões dos valores culturais e institucionais da província, não tenho nenhuma predilecção por este governador. Sinto que o governador está a esforçar a correia para um motor gigante e potente como são Tete e a sua gente. A população está a definhar porque o timoneiro da província não consegue perceber que possui diante de si o capital humano, capaz de colocar a província a andar para frente. E enquanto os políticos não compreenderem que o futuro de qualquer lugar, Tete não é excepção, está na qualificação e bem-estar da sua população, infeliz será o governante que apostar como seu cavalo de batalha o poder. O poder além de efémero equipara-se a sabonete, dizia o meu amigo Nkulu. Sabonete, independentemente da marca, é sempre aromático, mas dura pouco tempo quando utilizado. É a geração de gente formada e capaz, ancorada ao legado de valentes homens libertadores deste país, que conduzirão a nação moçambicana a patamares elevados de desenvolvimento económico, político e social. REPITO: É a geração de gente formada capaz de catapultar o turismo de Tete. Capaz de transformar o rio Zambeze no rio do turismo, da prosperi-dade e do desenvolvimento económico. É a gente formada que rompe com a pobreza e põe o país na rota do progresso, com menos desigualdades e com mais justiça social. É a gente formada que sabe construir pontes e abrir portas ao diálogo, independentemente das diferenças que possam existir. É a gente formada (e não o poder político) que torna os países potencialmente ricos. Uma parte do país, senhor governador, está em Kapise a vegetar. É com aquela gente que o senhor governador deve contar para abrir machambas, para abrir caminhos, enfim, para construir o amanhã. É por estas e outras razões (não pessoais) que eu não tiro o meu chapéu para este governador. Tal como escrevi na semana passada, aqui no Wamphula Fax, termino enfatizando que com um governador como este, que insulta o seu povo, Tete não precisa de inimigos. Zicomo (obrigado e um abraço nhúngue). 
WAMPHULA FAX – 14.03.2016
Lindinho Alberto Mugabe Mas o feio é k DW, STV já reportaram às declarações dos refugiados e a sua causa e mundo já sabe. O governo pode ñ assumir, mas já se sabe da realidade e o não assumir é mais um motivo para os Moçambicanos verem k eles não são responsáveis com o seu povo
Domingos Malodzanyama Bate mais mano eu ja repudiei isso.
Meque Magira O PR tinha de punir severamente esses malandros que compõem a sua màquina governativa.
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Raúl Barata Eu nao chamaria de ma comunicacao, mas que a verdade nao esta aqui a ser passada como devia ser. Por isso ha esta contradicao em volta.
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Leonel Matusse Jr. A fuga de cidadãos para o Malawi foi reconhecida pelo Jornal Domingo e o argumento foi que fugiam dos confrontos entre o Governo e a Renamo. O artigo relata até que há quem já voltou. A percepção que tenho da matéria do Domingo é que condena a parcialidade do relatório, sem com isso recusar que tal situação tenha ocorrido.

E mais, não tive acesso ao relatório, mas o artigo aponta que foram ouvidas com maior enfoque duas fontes, não me parece que isto garanta credibilidade a este relatório.

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Dércio Tsandzana Há aqui um confronto e protagonismo dos órgãos de media.
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Enio Jorge Malema Sem comentários 
Emoji cry


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Estevao Pangueia Olha Dercio Dércio Tsandzana, o Governo não perde nada em humildemente vir ao público pedir desculpas e assumir aquela gente, tudo o que tenta fazer neste momento conduz se ao descrédito; 



Ora vejamos, quando a imprensa estrangeira noticiou o caso, o Governo que gere o Estado foi apanhado de surpresa. Despois pronuciamentos contraditórios, isto foi ridículo, dentro e fora do País!

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Dércio Tsandzana Na verdade perde SIM, nenhum governo gosta de ter refugiados, Estevao Pangueia.
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Aurélio Simao Dercio Tsandzana, eu sou camponês talve você pode me ajuda pela investigação literaria, existe algum país no mundo que ajuda os seus cidadãos refugiados no estrangeiro? Ou empenha-se na criação das condições para a normalidade da situação? Eu ja fui refugiado
Sobre as eleições na Ordem dos Advogados. Celso Lucas Timana quer saber da verdadeira posição do candidato a Bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique em relação ao exercicio da advocacia pelos funcionários do Estado.
‪#‎Diz_se‬ #Diz_se; chove que não molha...
Celso Lucas Timana adicionou 2 fotos novas — com Georgina Fuel e 5 outras pessoas.
Não consigo perceber qual é o verdadeira posição da LISTA B, em relação ao exercício da advocacia pelos funcionários do Estado.
Carlos Felisberto Sozinho mais estes advogados parece qui brigam para ser bastonario, mais em africa atanta guerra de poder, isto é muito feio aguerra militar politico. etc
Max Lee EU chamo isso de evolucao, com o crescimemento, vem a contradicao...pode ser que mudou de ideias ou aquilo que assistimos nas campanhas!!!! As famosas linhas férreas de Y pra X, e no fim de dia, depois da vitória, destruição dos mesmos.
Joaquim Verissimo, vice-ministro da Justiça e Assuntos Constitucionais e Religiosos disse que a sua equipa de pesquisa não encontrou evidências que provam alegados abusos dos direitos humanos por parte das forças de defesa e segurança em Kapesi. Todavia, mostrou-se aberto em reavaliar a sua conclusão caso novos dados emergissem. Para terminar recordou o princípio do direito segundo o qual o ônus da prova recai sobre quem acusa ou alega.
PS: Peço a quem tiver o relatório que documenta os abusos dos direitos humanos em Kapesi.










Maldonado Pedro que falacia, numa zona de conflito é possivel soldados circularem em numero de 2.
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Egidio Vaz Obrigado Amos pela partilha. Li a notícia. De facto, os relatos a serem verdade documentam algo preocupante. Ainda tenho que saber como o governo investigou. Por mim, o Estado através das suas instituições de administração da justiça devem entrar em cena e não necessariamente o governo. PGR. Também a OAM, querendo, pode investigar.

Em todo caso, fica por definir um conceito de abuso dos direitos humanos. Quando é que é abuso e quando é que é não é. Isto porque neste conflito existem duas partes em contenda

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Estevao Pangueia Egídio vem levantar outro problema, é possível os órgãos de justiça fazer um trabalho independente naquela situação militar fora d controlo de Governo?
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Sanito Maria Olga Jorge Caro EV, eu entendo que as conclusoes do governo sao falaciosas. Como é que num universo de 6 localidades só investigou em 2? Ademais, o governo so foi nas localidades da redondeza e nao foi naquela em que o homem da stv(F M) conversou com as pessoas e quandp questionado respondeu que naquele ponto em que se reuniram era perto da outra localidadw pelo que os habitantes estavam ai. Huuum. Jogador e arbitro ao mesmo tempo.
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Estevao Pangueia O governo pode reconciliar se com a verdade dos factos, basta reconhecer isto, vir ao público pedir desculpas em não ter tomado a dianteira no assunto, foi apanhado de surpresa. Ora, se o Governo gere o Estado, e uma parte da sua população sai do território por "razões não claras", tudo o que o Governo podia ter feito era pesquisar, cruzar dados e dar única informação apenas aos nacionais e estrangeiros! 

Agora tudo o que o Governo possa fazer neste momento, corre lhe o risco de cair cada vez mais no ridículo, cada membro do Governo fala isto, ou aquilo, aquém acreditar?
Estevao Pangueia Pela forma como o senhor ministro esteve a falar, parece que não tinha certeza se houve ou não.
Acácio Chimbutane Eu acho que este é o resultado da intenção de governal as 6 províncias em Março.
Joanguete Celestino Nemo est iustu in causa propria ( ninguém é justo na causa própria).
Curriculo Ensino Não acredito o que o senhor vice ministro falou. Numa zona em que as armas é o cotidiano. Uma verdade bem verdadeira é da stv.
José de Matos Os reports sao publicos!

Nenhum Juiz pode investigar e julgar em causa propria e pelo que sabemos o Verissimo foi apenas a duas localidades em que nao foram noticiados crimes!

Podem tentar mas a dimensao do crime é muito grande, sera dificil branquearem! Os portugueses fizeram o mesmo na guerra colonial, com os resultados que conhecemos! Se nao aprendemos com a Historia vamos repetir os mesmos erros!

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Rafael Ricardo Dias Machalela Não tenho dúvidas que ele saiu daqui (Maputo) com as conclusões . Aliás, se trouxesse informação diferente seria caso de estudo. Como diz Luís Nhachote, um dia desses Guebuza e Chang ainda lideram a comissão de inquérito para investigar a EMATUM.
Gosto483 h
Rafael Ricardo Dias Machalela 'Pela primeira vez, na história do país, vimos uma Comissão de Inquérito que traz RESULTADOS EM TEMPO RECORDE. ONDE ANDAVAM ESCONDIDOS ESTES quadros?'. Comentários de um amigo do Facebook
Gosto283 h
Pedro Armando Hehehehehe.... Tempo recorde Duvidoso...! Não me espanto de obterem os resultados antes da ....
Gosto23 h
Ebenezer Eben Bwakakaak... Moz ta de pernas pra o ar!
Gosto2 h
Matias Lucas Vinte Não sei exatamente o que aconteceu nesse local. Mas uma coisa tenho certeza, falta disciplina no exército moçambicano. Os militares usam e abusam do poder ao bel prazer. Só perguntar pessoas que vivem ao pé de um quartel ou agrupamento militar (Fora da cidade). E posso crer que abusos ocorriam nesse local, mas não ao ponto de forçar uma deslocação.
Gosto33 h
Mestre Jojo Bem falado compadre eu vive nas redondezas de uma Escola de Fuzuleiros e digo que sempre viviamos ameaçados sem causa alguma.
Gosto3 h
Matias Lucas Vinte Pois é. Estamos mal. Já apontaram-me com um fuzil na cara e para nos amedrontar o filho da mãe carregou o fuzil. Bastava qualquer deslize para nos balear a queima roupa. A maioria dos homens no exército são consumidores de Canibais (meu ex amigo, ora militar é um grande mau exemplo). Estamos mal. Deve haver uma disciplina séria e urgente.
Gosto12 h
Gosto43 h
Mestre Jojo Resumindo: Um Vice que foi dar voltas nas localidades ver o seu passado , as suas raízes e voltar perturbado mentalmente.Afinal de conta essa coisa de saír do Mato é vítalicio .Ntla
Gosto33 h
Zefanias Augusto Namburete Realmente, tal como defendia o John Stuart Mill não sua obra " sobre liberdade ".
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Sidonio Bras Egidio Vaz eu entendo que isso é uma barbaridade. Com as alegações do senhor Veríssimo e seus pares , dá a entender que os militares agiram cumprindo Ordens expressas de eliminar toda a população daquelas zonas, visto que poderiam ser membros da Renamo ; ou seja tropas, seus familiares, simpatizantes, etc... Matar todos....Por esta motivação também fica difícil de aceitá-los de moçambicanos e nem de refugiados. POR SEREM DA RENAMO LHES DEVE SER NEGADA A NACIONALIDADES MOCAMBICANA??
Gosto93 h
Ricardo Muchanga Um cego nunca pode ver coisas erradas
Gosto23 h
Fernando Seda Só para dar um exemplo de casos militares do nosso governo, ontem uma amiga (próxima) minha que fazia trajecto Beira-Inhaminga-Marromeu de viatura pessoal foi obrigada a parar onde os militares forçaram ela tirar dinheiro para compra de um saco de arroz, segundo o relato ela não devia sair do local sem deixar o valor para a compra de arroz. Para sair do local teve que pagar 700 meticais… vejamos a força de segurança indicada para nos proteger e’ a mesma que nos burla, suga, procuram tirar proveito de todas as maneiras… em quem confiarmos? em 24 horas quantos sacos de arroz poderão levar para o quartel? acredito no comentário de Matias que há muita falta de disciplina no exército moçambicano.
Gosto33 h
Palme Pedro O que o vice-ministro haveria de falar???!!!! Se gostam de tapar o sol com peneira
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Julio Lilito Boene Não disse nada de diferente. No dia da sua chegada a Província de Tete deu uma entrevista com o mesmo teor, isto é, antes de iniciar com o trabalho já tinha esta conclusao. Era de esperar.
Gosto3 h
Abel Zico Eu disse desde o principio que não esperava nada dessa comissao. So pela sua constituição não tinha nada por trazer senão essa palhaçada. Isso mostra mais uma vez a não confiabilidade das nossas instituições e dirigentes, não estão para servir a Nação mas simplesmente objectivos grupais. So que não sabem que com isso deterioram ainda mais a situação do país. É uma lastima...
Gosto13 h
Carmonio Carimo Esse senhor nem devia estar naquele cargo. Não tem identidade, não tem valores morais. É um psicopata
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Anidia Tacaiana Dos confrontos de 2014 ate houve militares que veram com bolsos cheios ...um dia serão denunciados
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Abel Vilanculos Senhor Fernando Seda, pecas por estar a falar de alguém que existe e que devia ser ela própria a colocar o assunto em público ou as Estruturas competentes! Gostaria de saber de si, em que momento foi lhe pedido saco de arroz pelos militares????
Gosto3 h
Felizmente Dzowo Heheheh...Interessante, ilustre Egídio Vaz!

A sua questa remete ao outra juridicamente semelhante: a fraude eleitoral, que ninguem conseguiu, trazer evidencias de fraude com valor probatorio...Ficou-se por ai: o meu vizinho disse que ouviu...a renamo disse porque tambem tambem muitos disseram!

Com agravante de, nesta era de vulgarizacao dos meios de comunicacao desde radios, tvs, jornais, etc....Ademais, se o Unay Cambuma resgista todos os dias, todas a confrontacoes da renamo e das FDS, regista o numero exacto de mortos e feridos, COMO É QUE ACONTECERAM ALEGADAS ATROCIDADES SEM QUE ELE MESMO TENHA FIXADO QUALQUER VESTIGIO?

O CanalMoz, idem, "fonte" e especialista, com reporteres em todas zonas de confronto, porque nao traz imagens, ou outro tipo de material que decipe quaisquer duvidas sobre alegadas atrocidades?

Gosto13 h
Egidio Vaz Jojo Tito Mabaú Divara e todos aqueles que estão a likar o seu comentário estão sendo bloqueados. Malcriadez eu não tolero. Desde já peço para que pessoas estupidas e incultas não passem pelo meu mural. Disse bem: malcriados e inclutos. Olhem este coitado, há anos aguarda a minha aprovação e será bloqueado sem ver seu intento realizado.
Gosto42 h
Guilherme Tamele Não sei até que ponto podem serem verdadeiros os abusos protagonizados pelas FADM, embora tenha visto na Stv, uma reportagem que dava efectivamente indicação de casos de abusos sobre uma comunidade, que culminaram com abandono do local por parte desta, para se refugiarem no vizinho Malawi.

Uma reportagem em que haviam testemunhos a falarem na 1a pessoa.

Caro Vaz, suponho que seja a pessoa menos indicada para sair em defesa do governo sobre esta matéria. Se não vejamos:


Gosto22 h
Guilherme Tamele Não sei até que ponto podem serem verdadeiros os abusos protagonizados pelas FADM, embora tenha visto na Stv, uma reportagem que dava efectivamente indicação de casos de abusos sobre uma comunidade, que culminaram com abandono do local por parte desta, para se refugiarem no vizinho Malawi.

Uma reportagem em que haviam testemunhos a falarem na 1a pessoa.

Caro Vaz, suponho que seja a pessoa menos indicada para sair em defesa do governo sobre esta matéria. Se não vejamos:


Gosto12 h
Egidio Vaz Eu não endossei o relatório do governo. Onde é que você viu isso?
Gosto2 h
Jeronimo Mungoi Achei muito embrulhada a intervenção do camarada vice.
Gosto2 h
Guilherme Tamele Caro Vaz, me faz confusão que o autor deste post de hje seja o mesmo deste https://m.facebook.com/story.php.... simplesmente isso.
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Egidio Vaz Guilherme Tamele não existe nenhuma incoerência entre o que escrevi e aquele post. Veja que o que nos difere é mesmo no conceito de Direitos Humanos. Os actos praticados precisam ser "abuso aos direitos humanos" para serem levados a serio? Esta é a pergunta d efundo e a critica que faço aos alarmistas. Entre estes e eu, eu estou ha muito chamando atenção a estes aspectos e quem sabe, de forma mais concreta possivel. Procure entender-me só.
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Comatiporte Jaimito ele foi em duas localidades que não houveram esses problemas e deixou as 4 comunidades onde as casas foram queimadas, as mulheres foram violentadas
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Joao Cabrita Para arrolamento de provas, sugiro ao vice-ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Joaquim Verissimo, que comece por perguntar ao seu superior hierárquico, Filipe Jacinto Nyusi, o que é que pretendia transmitir quando apelava à 'ponderação' das FDS na forma como estavam a 'recolher armas' da Renamo.
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Ginho Bombe onde é que já se viu o alegado cometedor de abusos dos direitos humanos ter que investigar a si próprio? isso só num pais das Bananas
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Joao Cabrita Mais um depoimento, de quem está na zona, para o Sr. Joaquim Veríssimo considerar: «Em Julho havia moçambicanos no Malawi, mas voltaram em Outubro, em Novembro foram surpeendindos com homens camonflados que queriam saber onde estavam outros homens armados, por não ter resposta foram metidos dentro duma casa e em seguida puseram fogo. Foi isso que os refugiados contaram, quem duvida vai no Ndande investigar.»
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Abdul Jabaru Joao Cabrita, o vice ministro nao tem duvidas do que aconteceu, infelizmente eles para manterem o status fazem aquele papel de palhacos fora do circo. A reportagem da stv trouxe as pessoas a falarem do que viram, agora eles sem vergonha poe aquele velhote a dizer coisas sem nexo, alias isso vem do topo, lembre-se que o presidente da republica nao tratou aqueles mocambicanos como refugiados, dai que eu pessoalmente nao esperava algo diferente daquilo que o vice ministro disse. A frelimo nao sabe retratar-se
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Egidio Vaz A questão não é necessariamente se as tropas praticaram atrocidades ou não. O que não entendo neste relatório e nos demais é que desde quando se interessaram pelos direitos humanos? E porquê Kapise necessariamente? A resposta a estas perguntas irão colocar alguma luz e permitir-nos um debate mais produtivo. Parece-me estarmos a discutir coisas muito diferentes. Direitos Humanos pode ser um conceito, uma abordagem, um ponto de vista e um campo de estudo. A HRW decidiu investigar e trazer um relatório que do ponto de vista da sua vocação aquilo que os militares fizeram ou fazem é contra os direitos humanos. O governo foi lá, não sei como investigou e decidiu que não houve violação dos direitos humanos. Precisamos entender melhor a posição do governo. Da Human Rights Watch é previsível. Se a mesma HRW vier visitar as cadeias terá o mesmo resultado: violação dos direitos humanos. Se for a analisar a situação chegará ao mesmo resultado. Parte dos moçambicanos vêm seus direitos humanos violados. Passam fome e nudez. Se analisar o acesso a informação chegarão ao mesmo resultado. Eles trabalham para avançar a agenda dos direitos humanos, pressionando os governos e entidades responsáveis a trabalhar em prol disso. E não há mal nenhum nisso, nem eles fazem-no de forma leviana. Não.. 

Muitos aqui pensam que eu sou naive no assunto. Só em 2015 fiz 5 relatórios sobre isso. E em 2016, 10. Tenho fontes, factos e contactos no terrento, tanto no Malawi como em Tete. Sei também do que se está a passar. Compreendo também a posição do governo em discordar em relação ao que aconteceu tratar-se de violação dos direitos humanos. Ora, o que não ouvi no governo é o mais importante: se vai punir os infractores que cometeram aquelas atrocidades; se vai reforçar a mensagem para não matarem e perseguirem os opositores; se vai acelerar os processos de paz ou não. Para mim, isto é o mais importante. O relatório do Vice-ministro a que não acesso, deveria trazer estes aspectos, pois não basta dizer que não houve violação dos direitos humanos. Isto é o de menos. É importante responder toda a pergunta: se não houve violação dos direitos humanos, o que houve para que as pessoas fugissem para o Malawi. E o que aconteceu àquelas mortes reportadas em diferentes órgãos de informação um dos quais a STV, que até viu e mostrou uma tumba?

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Aiuba Oliveira Mtw Uma coisa me chama atenção! Egidio Vaz sumiu do debate, nos deixou sozinhos aqui no mural dele a nos batermos entre nós, é raro isso acontecer, pelo que conheço EV ele conduz os debates que cria, seja para o bem ou para o mal é ele que conduz. Mas neste ele só aparece para informar que já está bloqueando alguém. Kkkkkkk. EGIDIO VAZ, CADÊ VOCÊ, ISTO ANIMA MAIS QUANDO VOCÊ ESTÁ AQUI. Volta por favor!
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Egidio Vaz Nao fugi. Estou aqui. Mesmo atrás do teu comentário. Reveja-o
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Aiuba Oliveira Mtw Ya, me passaste logo na meta, quando eu estava a fazer o clic de POST estava a entrar o teu POST na minha frente. Se verificares verás que o teu e meu POSTs entraram no mesmo instante. Mas realmente estavas sumido. Kkkkk
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Ebenezer Eben Kkkkk... Anima mesmo!
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Ebenezer Eben Gostaria de viver pra ver o fim desses comportamentos todos!

Caminhamos rapidamente pra o abismo.

Esse relatorio, é sinal de que, nao vai acontecer nada pra mudar o senário actual, tudo continuará na mesma!!!

Yaaa, ainda vai se sofrer em Moz!!!

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Nando Conceicao Sempre me questioei,que tal pedir ao crimioso para ivestigar o proprio crime,qual seria o resultado?
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Jr Chauque Gostei e muito muito mesmo
Jr Chauque Peço partilhar o seu comentário
M-du Dulomite "O ônus pra prova recai sobre quem acusa" 



so podia refugiar-se ao legalismo barato para tentar tapar o sol com a peneira.

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Maria Lucia Rodrigues Francisco Há contradições.... informações informais dizem que de facto houve uma deturpação dos acontecimentos..... esse assunto devia ser conduzido por pessoas neutras, pois o povo tem medo tanto da Renamo como do Governo e nada sairá claro.......
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Joao Cabrita Você até nem é nada naïve, Egidio Vaz...
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John Wetela Tem razão Veríssimo, eu ser investigado por um do regime, podia dizer não, porque sei o que depois iria me acontecer. Morte ou discriminação social. Exclusão. Pessoas que nunca sentiram esta situação em Mocambique, quando há os que reclamam eles desmentem ou zangam contra os reclamantes não entendo os porquês.
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Aiuba Oliveira Mtw O meu pensamento sobre assunto é:

1- A comissão de inquérito não devia ser constituída pelo acusado - governo. Visto que desde antes mostrou resistência em aceitar que as tropas governamentais cometeram atrocidades.



2- A comissão de inquérito devia inquirir as próprias pessoas que deslocaram-se/refugiaram-se e colher depoimentos em primeira pessoa, isso devia acontecer lá no campo de concentração. Com base nos depoimentos a comissão de inquérito deslocaria-se às localidades de proveniência dos refugiados/deslocados para confrontação dos factos.



Mas o que aconteceu foi que a comissão escolheu um local que lhe conviesse e pessoas que lhe conviessem para compor a peça, o mais ridículo até: aparece um indivíduo na reportagem dizendo que aquelas pessoas que saíram daqui são preguiçosas, não querem trabalhar, mas em nenhum momento as próprias pessoas refugiadas/deslocadas foram dadas a palavra (senhor Ministro da Defesa, é assim mesmo que você faz a justiça? Está nos assustando você). 


3- Depois a comissão faria o diagnóstico do inquérito/levantamento e apresentaria o relatório com provas (depoimentos em primeira pessoa). Mas não aconteceu, até qualquer um que viu a reportagem/relatório duvidou da honestidade das palavras do ministro.

4- Depois de apresentação do relatório, a comissão devia apresentar proposta de solução do problema. A proposta devia ser constituída por:
a). Medidas a tomar,
b). Relatório de fundamentação das medidas a tomar.

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Egidio Vaz Sobre o primeiro ponto eu discordo. Qualquer orgabização, quando se vê em apuros ou sua reputação em causa, cria comissões ad-hoc para ela também apurar a veracidade das alegações.

O que eu posso concordar é na qualidade do relatório e na metodologia. Como sempre, apenas posso me pronunciar depois de ler todo o relatório. E nem sei se será tornado publico

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Aiuba Oliveira Mtw Se discordas do primeiro ponto, então discordas de todo o resto, visto que tudo depende da independência da comissão de inquérito - (primeiro ponto). 



E, indo de acordo ao ponto: ....qualquer organização, quando se vê em apuros ou sua reputação em causa, cria comissões ad-hoc para ela também apurar a veracidade das alegações... Estás então dizendo que esta é comissão ad-hoc parcial do governo. Assim sendo, então ainda deve ser fornada uma comissão de inquérito de facto, para investigar o mesmo assunto.

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Wilson Profirio Nicaquela Nicaquela Aguardando o relatório para ver as fontes! Não há casa queimada nenhuma no discurso mas no dia seguinte ha imagens provando! Egipto antigo? Mesopotamea? Recebo queixa do meu ofendido (eu o ofensor e eu juiz )! Aqui na outra margem de ligonha, tem um ditado milenar e a isso aplicável "ninguém corta seu próprio dedo"!
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Maria Lucia Rodrigues Francisco Aqui a solução passa por uma investigação d pessoas não ligadas a nenhum lado, que não sejam tendenciosas...... mesmo algumas ONGs são tendenciosas, pois querem obter dinheiro pelo trabalho...... pessoas que não tem nada a ver com a política, mas com factos reais e que nos possam trazes as verdades.... terá de se ir para o lugar sem pré-aviso pois também isso assusta as pessoas e pode haver mobilização das respostas para agradar a uns ou a outros..... essa pesquisa deve levar pessoas a viver lá por uma semana e conheça a língua para não haver interpretações, pois muitas vezes os intérpretes olham qual é a tendência e acabam interpretando o que as pessoas que estão aí gostariam de ouvir. A investigação não se faz com pompas, faz-se na simplicidade de quem quer conhecer os factos.
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Bernardo Fumo Concordo comtigo
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Toberto Lembrança Matavela A CNDH também está no terreno. Aguardemos por mais desenvolvimentos.
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Fernando Lima Mas a CNDH vai mesmo descobir alguma coisa? Se ao menos envolvessem LDH ...
Toberto Lembrança Matavela No meu entendimento para uma situação que preocupa nos a todos, acredito não haver impedimento para que mais organizações averiguem os factos pelo que a minha esperança é que estas se organizem e vão ao terreno para que nos tragam essa informação veridica sobre essas atrocidades.
Evaristo Cumbane Violaçao dos direitos humanos pelo exercito governamental e pela Renamo nao e novidade em moçambique. Eu cresci na guerra passada...estive varias vezes em fogo cruzado. Agora os pucha sacos falam de qualquer maneira. Voces sabem o que guerra ou apenas ouvem dizer. Ja viveram alguma vez o sofrimento da populaçao em zonas de guerra. Como e k o acusado de violacoes pode ele mesmo realizar o inquerito...investigar se a si. Quem pode condenar se a si mesmo. Que brincadeira 'e esta? Porque 'e k foram para la? Podia muito ter tirado as conclusoes nos seus gabinete. Porque ek nao foram ao malawi entrevistar os refugiados? Porque nao fizeram isso? Pelo contrario foram manter reunioes ou comicios com a populaçao em nkodezi...tsangano etc etc. 'e assim como se fazem inqueritos....pedir depoimentos a populacao diante de cameras de tv? Quem 'e k pode apontar o dedo a um ministro ou seu governo? 





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Toberto Lembrança Matavela Espero que mais organizações se façam ao terreno na semelhança destas para que possamos saber de facto o que aconteçeu na verdade.
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Ofelia Da Silva Tomas Certa Anthropóloga Sociocultural Maria Francisco, nada mais nada menos que principios básicos de trabalho de campo em antropologia.
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Nelson Junior O Sr.Joaquim Verissimo talvez pense de que o povo Moçambicano nao tenha capacidades de pensar...este Sr.faz parte do governo e ele mesmo vai chefiar uma comissao pra investigar os abusos das forças armadas e defesa do mesmo governo....Francamente...As conclusoes deste Sr.so satisfazem aos lambebotas da frelimo...Todo o Moçambicano de bom senso,sabe da brutalidade das Fds...e as vezezs dos ditos guerrilheiros da Renamo....O Sr.Egidio diz,quote:.."PS: Peço a quem tiver o relatório que documenta os abusos dos direitos humanos em Kapesi."....permita-me dizer,com o todo o respeito,o que se passa em Kapesi nao é tanto abusos dos direitos humanos,mas sim gente pauperrima,analfebeta,que está a ser explorada....mas,quem tem culpa disto?...A Renamo??...Claro,que nao!...Mas,sim o Partido que dirige o País ha quase 50 anos e nao criou condiçoes de paz e de harmonia no País;..;;Nao sou nenhum simpatizante da renamo,mas aos lambebotas é facil crticar a Renamo e esquecer os fracassos e a nao competencia da Frelimo no poder....
Nelson Junior .....O caso dos refugiados no Malawi nao é unico...Ha jovens Moçambicanas que nao consegurm encontrar um simples trabalho em Moçambique e dirigem-se à Africa do Sul,Zambia,Suazilandia,Portugal;Angola etc etc para se prostituerem...Ha jovens moçambicanos formados sem trabalho,mas que fazem tudo por tudo pra deixarem o País...em suma,mas desde quando que a Frelimo se preocupou no bem estar do País???...A frelimo so e so, se ocupa do povo em actividades que "produzem" dinheiros...assim eles ficam mais ricos...vejam a qualidade das escolas e hospitais que essa frelimo criou.....e se,a Renamo ate hoje continu armada,a culpa é totalmente da Frelimo...esses frelimistas em vez de se enriquecerem,tivessem procuardo seriamente o mecanismo de ter a paz permanente, nao estariamos a assistir o caso dos refugiados...interessante é que toda aquela gente no Malawi,é gente pobre.....
Nelson Junior ......Dos 40 anos de Independencia,Moçambique viveu somente e somente 20 anos de relativa paz..Os restantes quase 20 ,Moçambique viveu sempre em "confusoes"...Será realmente nestes anos de confusoes a culpa é so da Renamo ou é de quem governou,que nao conseguiu governar governar bem???...nestes 20 anos de paz e nos quase 20 anos de confusoes,possivel que nao se tenha econtrado uma soluçao...Francamente!..Governos quando sao fracos,fortes sao os confusionistas....
Aurélio Simao Dr Vaz, o que falou o vice min é falso, quem falou a verdade mas torta é Awade. Explico; naquela zona de Nkondedzi é um raio que estende até angónia, macanga etc, predominante pela renamo. O que acontecia era o seguinte: as FDS quando entrassem no interio não encontravam nem base nem homens armador, mas ao regresso eram surpreendidos com fogo. Naquela zona não ha bases mas sim, esconderijos de armas e ele vivem nas suas casas. Quando fui em agosto como para da equipa de apoio aos deslocados tentei perceber com as vitimas; ha quanto tempo esses homens armados estão aqui? Ha 3 anos. Como vivem com eles? Nunca tivemos problemas. Mais detalhes no meu inbox

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