sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Zeca Caliate responde, quase 30 anos depois, a José Moiane



Comments


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elisa said...

I WILL LIKE TO KNOW, WHERE IS MY SISTER , MAYBE ONE DAY WE WILL MEET HER.
EU GOSTARIA DE SABER ,POR ONDE ANDA A MINHA IRMA ,TALVEZ UM DIA O POSSA-MOS CONHECER.
QUANTO AO MEU PAI TENHO MUITO ORGULHO EM TI , ESTA DESCANSADO A VERDADE VENCE SEMPRE ,E UM DIA VOLTARAS A TUA AMA-DA TERRA. 

2
Bruno Luís said...

E onde estão hoje Violeta e sua filha, alguém sabe?
Eu teria muito gosto em saber o que lhes sucedeu, após a fuga de Zeca Caliate.
Bruno Luís

3
Francisco Moises said...

Saudaçoes calorosas a Zeca Caliate que nao cheguei de conhecer pessoalmente, mas cuja fama como combatente excepcional e de grande dom como guerrilheiro e militar regular foi anunciada estrondosamente por seus amigos e por seus inimigos incluindo o proprio Samora Machel que disse que era O Zeca Caliate que destruia as bases da Frelimo em Tete (Machel, Dar Es Salaam, citado num jornal de Nairobi, Quénia, 1974).
Zeca nao era qualquer um. Muitas foram as pessoas que foram apanhadas e depois foram esfoladas a baioneta, faca, enterramento vivo, incineraçao a gazolina, trabalhos forçados que esgotavam os corpos e os espiritos de muitos moçambicanos nas matas pincipalmente de Niassa para onde Guebuza e os seus coreligionarios enviam prisioneiros sem acusaçao formal nem julgamento para serem transformados em "homens novos" na construiçao daquilo que eles chamavam "cidades novas" que nao se veem.
Muitos que nao conheceram a Frelimo desde o principio pensam que o inferno, o espirito mapanga da Frelimo começou depois da independencia. Mas nos outros que o vimos e sobrevivemos, dizemos que a Frelimo chacinava pessoas na Tanzania, principalamete em redor da mata da sua base de Nachingwea que se encontrava na mata e em Moçambique muito antes da independencia.
É verdade quando José Moiane diz que a Frelimo nao tinha prisoes. Prisoes era perder tempo para a Frelimo, para tais José Moiane, Sebastiao Mabote e outros mapangas da Frelimo que nao se saciavam em derramar o sangue dos seus compatriotas -- como leopardos matavam pelo simples prazer de matar.

4
umBhalane said...

Bom...
Não vou comentar o que escreveu Zeca Caliate, muito, mas muito importante mesmo.
É outra face da moeda, da história de Moçambique, e porque não da história comum Moçambique/Portugal?

Vou comentar o comentário do Sr. Cor. Manuel Bernardo.
Este comentário não é de "um qualquer".
Tem peso, muito peso, MESMO.
Por vir de quem vem - de pessoa profissional das FA Portuguesas, de homem que também fez a guerra, e que sabe o que ela é.
Viveu-a, sofreu-a, e sobre ela, e o que na sua óptica à volta dela gravita, pensa, expõe o que pensa, faz pensar.
Concorde-se ou não, pouco ou muito.
Não importa.
É um comentário de pessoa idónea e responsável, diria até com peso "institucional" que advém da sua qualidade de militar de carreira activa, no teatro de guerra, mormente em Moçambique.
Que pensa sobre ela, analisa-a, escreve-a,...,discute-a publicamente.
De pessoa preparada, conhecedora. Investigadora.

Tudo isto para chamar à atenção da QUALIDADE do comentário.
Da RESPONSABILIDADE do que escreveu, que encerra.
Do enorme PESO, CONTEÚDO, que tem.
Da AUTENTICIDADE que o identifica, porque baseado em INVESTIGAÇÃO, CONHECIMENTO, ANÁLISE, cruzamento de informação, verificação da mesma.
Pela CERTEZA dos factos.

« Amarrar e queimar vivos com gazolina, numa vala, os principais opositores políticos, no 2.º aniversário da independência, no Niassa, são crimes contra a humanidade em qualquer parte do mundo. 
Foi o que sucedeu nessa data (25-6-1977) com Joana Simeão, Lázaro Kavandame, reverendo Uria Simango, padre Mateus Gwengere, Raúl Casal Ribeiro, Arcanjo Kambeu, Júlio Nihia e Paulo Gumane (In "Público" de 25-6-1995).»

"...no 2.º aniversário da independência,..., nessa data (25-6-1977) com ..."
ATENÇÃO aos factos, mas sobretudo às datas - "nessa data (25-6-1977)"
A frelimo, esta frelimo,
já que NÃO HÁ outra - a OUTRA FOI aniquilada, exterminada, massacrada,..., ao longo dos tempos, na continuidade, sempre metodicamente, muito para além de 25-06-1977, na continuidade…
dizia, a partir de um certo momento (sabemos), deixou de ser uma Frente (de todos), para passar a ser uma organização TERRORISTA de um grupo restrito.
A Frente de Libertação de Moçambique - a Frelimo não nasceu terrorista, como a UPA de Holden Roberto - tribalista exacerbada, racista em último grau, TERRORISTA até ao mais profundo âmago, do seu ser.
NÃO.
A Frelimo (FLM) tornou-se terrorista depois. Depois da sua génese.
E, infelizmente, assim permaneceu, e se continua.
Os factos que TODOS sabemos, conhecemos,..., falam por si.

TESTEMUNHAM. SÃO IMUTÁVEIS. MARCANTES. DETERMINANTES. INAPAGÁVEIS. ETERNOS...
Por isso escrevo sempre frelimo, com letra bem pequena - não lhes reconheço - apenas os conheci, e os conheço como TERRORISTAS. Apenas.
Já fungulei (abri) os olhos faz muito tempo. Logo, logo em 1974. Lhes descobri.
Aquilo que verdadeiramente são - TERRORISTAS.
Conforme os usos, costumes e tradições dos Zulus, AmaGazas, N'Gunis, N'Gonis, essa gente estrangeira, derrotada, invasora, massacradora, opressora, genocidária, essa gente estranha que vive do roubo, da opressão, da guerra,..., e que nunca trabalha, nunca gostou de trabalhar, e despreza o trabalho, e quem trabalha.
Os Amatongas, os Chingondos, ..., "esses aí" - os VERDADEIROS Povos de Moçambique, que JÁ cá estavam, e são os reais residentes.
Essa gente, gente estranha, que como os gafanhotos em enxames esfomeados tudo arrasam, chegaram fugidos, derrotados, humilhados, com muita sede e fome de sangue, de domínio, de roubo, extorsão, escravização,…,de outros.
Só que os gafanhotos chegam, e partem - vão embora. Desaparecem.
Estes, esta gente de Sotshangane, gente de Sotshangane, AmaGazas, N’Gonis, 
por azar, m'fiti, 
nunca mais partiram - ficaram.
M’fiti.

E cantam, TODOS os anos, assim:
Sya hamba syo gwaza mathonga
Simabulale sibanga umhlaba
Sibuse.

"Vamos matar os Varhonga,
Matá-los e apoderar-nos das suas terras"

Va yiphi a mabantu valazizweni
Ave ko a baze si vabulala

"Onde estão os donos desta terra?
Não estão?! Que venham para serem mortos."

Uya ri khalele mani muhlaba
Kuse manange


Gii yooo uya ni khalele mani m'hlaba
Kuse mananga
Uya khale mani m'hlaba
Ku se mananga.

"O murhonga chora quando lhe penetramos a zagaia
Espete-a mais a fundo para ele sofrer mais
Retire a sua zagaia com os intestinos da vítima."


Acordem. 
Tomem consciência das realidades. 
Não durmam como os “burros” do mato – inhacosos.
Conheçam o inimigo, o opressor, o explorador, o ditador,…,o corrupto,…, as hienas/quizumbas, totsis,…

IDENTIFIQUEM bem, mais melhor, e muito concretamente, o inimigo.
A frelimo.

Fungula masso iué (abram os olhos).

A LUTA É CONTÍNUA

5
Amisse Américo Jamal said...

Aguardamos que os ilustres guardiões da Frelimo, sobretudo os "participantes" que aqui e isto venha testemunhar, contrapondo, tal qual o fazem ébrios de sangue dos melhores filhos desde país mortos durante e depois das lutas.
No mínimo, deviam entregar aos parentes a ossada das suas vítima, na sua luta pelo poder tribal frelimista para cerimónias tradicionais por seus familiares, depois que serviram das visceras e do sangue no seu banquete; ainda que as leis nao podem contariar os costumes; 
Nao vêm a hora de parar a sua luta tribalista pela colher grande.
Danificaram tudo para edificar o homem novo, viraram a ordem
Venderam à si próprios tudo que o explorador estrangeiro (portugues) deixou
Vendem a terra e a floresta herdadas dos avós; seculares
Somem Homens cujos orgãos são extraidos.
Vendem suas consciência e hipotecam as das massas;
As mulheres tornaram-se enfeites, 
A fornigação tornou-se culto cujas salas há em todas esquinas, incluindo ruas e avenidas principais
Perseguiram a religião ontem, hoje co-habitam com bispos mafiosos
Resta o quê! Comem e repousa-se tanto mas inversamente trabalha (multiplos feriados) enganando o pobre que o país está rico, por isso dividem dinheiro aos membros do seu partido, Frelimo.
Oferecer a terra (solos e subsolos, mares e lagoas e rios e tudo que nela existe)
Negam ouvidos aos apelos pela defesa da propriedade comum.
Corromperam os valores éticos das instituições públicas. 
Derrubaram a moral nas comunidades e famílias, formaram o HN enterraram as ideias ‘velhas’. 
Estão a ficar tontos e sonâmbulos perseguidos pelos fantasmas por eles provocados.
Hoje se irritam pelas críticas e combatem os críticos.
Mesmo assim, não páram de perseguir adversários políticos nas suas zonas ocupadas.
Reivindicam cahora bassa, ponte sobre Zambeze, circular do Maputo, manutenção de estradas como se invendassem a fórmula farmacética para o HIV ou descobrissem a vida em outros planetas.

Com papos e bolos se enganam os tolos
"O vadio perde-se, o escravo liberta-se"

6
Cor. Manuel Bernardo said...

E assim se tem feito a história da FRELIMO...
Zeca Caliate poderia esclarecer melhor a Presidente da Câmara Municipal de Odivelas, que pretende homenagear Samora Machel com um monumento numa das suas freguesias, em vez de fazer erigir um digno monumento aos cidadãos portugueses então residentes no concelho, que em África combateram e morreram por Portugal. A onda de violência praticada pelos chefes da FRELIMO, liderados por Samora Machel, antes e depois da independência deve envergonhar qualquer moçambicano e também os portugueses que pretendem levar por diante tal grotesca iniciativa.
Amarrar e queimar vivos com gazolina, numa vala, os principais opositores políticos, no 2.º aniversário da independência, no Niassa, são crimes contra a humanidade em qualquer parte do mundo. Foi o que sucedeu nessa data (25-6-1977) com Joana Simeão, Lázaro Kavandame, reverendo Uria Simango, padre Mateus Gwengere, Raúl Casal Ribeiro, Arcanjo Kambeu, Júlio Nihia e Paulo Gumane (In "Público" de 25-6-1995).
Manuel Bernardo


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